Mestrado em Serviço Social

Disciplinas

Total de Créditos para Titulação: 28
Disciplinas: 5 obrigatórias e 02 eletivas
Tese/Dissertação: 6 créditos
Vagas por Seleção: Até 15 alunos


Metodologia da Pesquisa


Obrigatória: Sim
Carga Horária: 60
Créditos: 04

Ementa:
A questão da Teoria e do Método: o método como elemento de construção teórica. O conhecimento e a pesquisa científica nas ciências humanas e sociais. O processo de pesquisa e os pressupostos epistemológicos, teóricos e técnicos. O processo da investigação científica e a construção do objeto de investigação.

Bibliografia:
COUTINHO. Carlos Nelson. O Estruturalismo e a miséria da razão. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1972
GRAMSCI, Antônio. Concepção Dialética da História. 6. ed. (Trad. Do italiano por Carlos Nelson Coutinho), Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1986.
LOWY, Michael. As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Miinchhausen: marxismo e positivismo na sociedade de conhecimento. (Trad. De J. Guimarães, Suzanne F. Léwy). 2. ed. São Paulo: Busca Vida, 1988.
LOWY, Michael. Método Dialético e Teoria Política. 2. ed. (Trad. Reginaldo di Piero), Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
MARX, Karl. ENGELS, F. A Ideologia Alemã: (Feuerbach). 5. ed. (Trad. de José C. Bruni e Marcos A. Nogueira). São Paulo, Hucitec, 1986.
VASQUEZ, Adolfo Sánchez. Filosofia da Práxis ed. (Trad. Luiz F.Cardoso), São Paulo: Paz e Terra, 1986.
MARX, K. Introdução à Contribuição da Crítica de Economia Política. 2ª Ed. São Paulo: Expressão popular, 2008.
TEIXEIRA, F e FREDEREICO, C. Marx, Weber e o marxismo weberiano. São Paulo : Cortez, 2010.
BOURGUIGNON, J. A. (org.). Pesquisa Social: reflexões teóricas e metodológicas. Ponta Grossa, PR: Editora Toda palavra, 2009.
RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1999.
SORIANO, R. R. Manual de pesquisa social. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

Fundamentos Sócio-Históricos do Serviço Social



Obrigatória:Sim
Carga Horária:60
Créditos:4

Ementa:O significado sócio-histórico da profissão e a compreensão do Serviço Social como especialização do trabalho coletivo. Análise das tendências teórico-metodológicas no Serviço Social brasileiro e suas influências na produção teórica contemporânea. O debate contemporâneo no processo de formação profissional, no projeto ético-político e as perspectivas e desafios postos ao Serviço Social.

Bibliografia:

REFERÊNCIAS:

 IAMAMOTO, Marilda; CARVALHO, Raul. Relações sociais e serviço social no Brasil – Esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 1. ed. São Paulo: Cortez /CELATS, 1982. (Parte 1 Capítulo II p. 71-123)

__________. Renovação e conservadorismo no serviço social – ensaios críticos. 1. ed. São Paulo: Cortez, 1992. (Capítulo 2 p.54-102 e p.76-86)

IAMAMOTO, Marilda V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2007. (Cap.III p.209-334)

MONTAÑO, C. A natureza do Serviço Social: um ensaio sobre a sua gênese, a “especificidade” e sua reprodução. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, 2011. (Capítulo I  p. 17-68; Cap II p.93-154)

NETTO, José Paulo. Capitalismo Monopolista e Serviço Social. São Paulo, Cortez, 1992. (Capítulo 1 p. 19-85) _____________ . Ditadura e Serviço Social. São Paulo, Cortez, 1995. (Capítulo 2 p. 115-164)

ORTIZ, F. G. O Serviço Social no Brasil: os fundamentos de sua imagem social e autoimagem de seus agentes. Rio de Janeiro: E-papers, 2010. (Capítulo I p. 21-86)

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:

 ABREU, Marina Maciel. Serviço social e a organização da cultura:perfis pedagógicos da prática profissional. São Paulo: Cortez, 2002.

IAMAMOTO, Marilda V. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2007. (Cap. II p. 105 -154);

MANDEL, Ernest. Capitalismo tardio. São Paulo: Abril Cultural, 1982. MARX, Karl. Divisão do trabalho e manufatura. O Capital, Livro 1 e Volume 1. 26° edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. (p. 405-414)

NETTO, José Paulo; BRAZ, Marcelo. Economia política: uma introdução crítica. São Paulo: Cortez, 2006. (Cap. 8) SANTOS, Josiane Soares. Questão Social: particularidades no Brasil. São Paulo: Cortez, 2012. (Cap. 3 e 4)

YAZBEK, Carmelita. O Serviço Social como especialização do trabalho coletivo. In Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Curso de Especialização à Distância CFESS/ ABEPSS/ 2009. _______________. Fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social. In.: CFESS. Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009.

 COMTE, Augusto. Curso de filosofia positiva, discurso sobre o espírito positivo,  catecismo positivista. São Paulo, Nova Cultural, 1988. (Os Pensadores)

COUTINHO, Carlos Nelson. O estruturalismo e a miséria da razão. 2ª edição. São Paulo: Expressão Popular, 2010.  (Capitulo 1 p.  21-60)

DURKHEIM, Emile. As regras do método sociológico. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978. GUERRA, Yolanda. “A força histórico-ontológica e crítico-analítico dos fundamentos”. In: Revista Praia Vermelha: Estudos de Política e Teoria Social, n. 10, .Programa de Pós Graduação em Serviço Social, UFRJ, Rio de Janeiro, 2004. IAMAMOTO, Marilda; Renovação e conservadorismo no serviço social – ensaios críticos. 1. ed. São Paulo: Cortez, 1992. . (Capítulo I p. 17-53) LÖWY, Michel. As aventuras de Karl Marx contra o Barão de   Muchahüssen. Marxismo e Positivismo na Sociologia do Conhecimento. São Paulo, Busca Vida, 1987.  (Capítulo I p. 15-62) MARX, Karl. Introdução à crítica da economia política. Os Pensadores. São Paulo,1978 (p. 100-123) NETTO, Leila Escorsim. O conservadorismo clássico: elementos de caracterização e crítica. São Paulo: Cortez, 2011. . (Capítulo 1 e 3) , NETTO, José Paulo.  “Razão, ontologia e práxis”. Revista Serviço Social e Sociedade. N 44, Ano XV. São Paulo, 1994 _______________. Serviço Social e tradição marxista. Serviço Social e Sociedade no 30. São Paulo: Cortez, 1989. _____________ . Ditadura e Serviço Social. São Paulo, Cortez, 1995. (Capítulo 2 p. 247-308) QUIROGA, Consuelo. A invasão positivista no marxismo: manifestações no ensino da metodologia no Serviço Social. São Paulo: Cortez,1991.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: MARANHÃO, Cezar Henrique. Sincretismo, tradição marxista e estratégias de atuação profissional: nota s sobre a importância histórico-ontológica dos fundamentos para a ruptura com o conservadorismo no Serviço Social. Mimeografado. Recife, 2006. MARX, Karl. A maquinaria e a indústria moderna. O capital. Livro 1 , Volume I. Rio  de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. NETTO, José Paulo. A crítica conservadora à reconceptualização. Revista Serviço Social e Sociedade nº 5. São Paulo, Cortez, 1981. __________ . Notas sobre marxismo e Serviço Social, suas relações no Brasil e a questão de seu ensino. IN: Cadernos  ABESS , n.º 4, Cortez, São Paulo, 1991.

MODULO 3

REFERÊNCIAS: GUERRA, Yolanda. O conhecimento crítico na reconstrução das demandas profissionais Contemporâneas. IN: BAPTISTA, Myrian; BATTINI, Odaria(orgs.) A prática profissional do assistente social: teoria , ação , construção do conhecimento. Volume 1, São Paulo, Veras Editora, 2009. P. 79-106.

_________________ . A formação profissional frente aos desafios da intervenção e das atuais configurações do ensino público, privado e a distância. Revista Serviço Social e Sociedade. Nº 104, out./dez. São Paulo: Cortez, 2010. HARVEY, David. Condição pós-moderna. 4 ed.  São Paulo: Loyola, 1994. (p.21-44)

IAMAMOTO, Marilda . As dimensões Ético-Políticas e Teórico-  Metodológicas no Serviço Social Contemporâneo. In Serviço Social e Saúde. Formação e Trabalho profissional. Mota {et  al}. São Paulo, Cortez, 2006.

___________ Serviço Social na Cena Contemporânea. IN Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Curso de Especialização à Distância CFESS/ ABEPSS/ 2009.

___________. O Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2007.

MOTA, Ana Elizabete; AMARAL, Ângela. Reestruturação do capital, fragmentação do trabalho e Serviço Social. In: MOTA, A. E. (org.) A nova fábrica de consensos. São Paulo: Cortez, 1998.

NETTO, José Paulo. Transformações societárias e Serviço Social: notas para uma análise prospectiva da profissão no Brasil. Revista Serviço Social e Sociedade, n. 50, ano XVII. São Paulo: Cortez, 1996.

SANTOS, Josiane S. Pós-modernidade, neoconservadorismo e serviço social. Temporalis.

Ano V, n10, jul/dez 2005. Recife: EDUFPE, 2006.

Revista Temporalis n ° 10

SANTOS, Josiane S. Neoconservadorismo pós-moderno e  Serviço Social Brasileiro. São Paulo: Cortez, 2007.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES: CHESNAIS, Françoais. Uma nova fase do capitalismo. São Paulo: Xamã, 2003.

NETTO, José Paulo. A construção do Projeto ético Político do Serviço Social frente à crise contemporânea. Capacitação em Serviço Social e Política Social. Módulo I; Crise Contemporânea, Questão Social e Serviço Social. Brasília: CEAD, 1999

RAMOS, Sâmya R. A construção de projetos coletivos: refletindo aspectos do projeto profissional do Serviço Social. ABEPSS. Revista Temporalis, ano III, n° 05 – jan a jun/2002.

TEIXEIRA, Joaquina Barata; BRAZ, Marcelo. O projeto ético-político do serviço social. IN: Capacitação Direitos Sociais e Competências Profissionais. Módulo Brasília. UNB, 2010

SANTOS, Claúdia Mônica. Na prática a teoria é outra? Mitos e dilemas na relação entre teoria, prática, instrumentos e técnicas no serviço social. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.

SIMIONATO, Ivete. As expressões ideoculturais da crise da crise capitalista da atualidade. Programa de capacitação continuada para assistentes sociais – Módulo I. Brasília: UNB, 1999.

Estado, Direitos Sociais e Política Social



Obrigatória: Sim
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
Origem, natureza e função social do Estado. Capitalismo monopolista, emancipação política, direitos sociais e política social. Padrões analíticos da proteção social no mundo capitalista. Particularidade da política social no Brasil. Construção do sistema de seguridade social no Brasil. Crise capitalista, Reforma do Estado e políticas sociais.

Bibliografia:
BEHRING, E. R. e BOSCHETTI, I. Política Social: fundamentos e história. São Paulo. Cortez 2006. Biblioteca Básica de Serviço Social.
BEHRING, E. R. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e perda de direitos. SP: Cortez, 2003.
DIAS, E. Cidadania e Racionalidade de Classe. In: Universidade e Sociedade, nº 11, ano VI, junho de 1996.
COUTINHO, C. N. Notas sobre cidadania e modernidade. In Revista Ágora, nº 03, ano 2, dez. 2005. Revista Eletrônica, disponível em: www.assistentesocial.com.br.
DAVI, J. et al. A seguridade Social em tempos de crise do capital: o desmonte de seu orçamento. In Revista Ser Social, vº. 12, nº. 26, jan/jun 2010.
DRUCK, G.; FILGUEIRAS, L. Política social focalizada e ajuste fiscal: as duas faces do governo Lula. Revista Katalyses, v. 10, n 01, p. 24/34, jan/junho 2007.
ENGELS, F. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. Tradução de B. A. Schumam. São Paulo : Boitempo, 2008.
GUERRA, Y. Direitos Sociais e Sociedade de Classes: o Discurso do Direito a ter direitos. In: Ética e Direitos: ensaios críticos (Orgs) FORTI, V. e GUERRA, Y. 2 Ediçao revisada, Sao Paulo, Lumen Juris, 2010.
LESSA, S. Emancipação política e a defesa dos direitos. In Revista Serviço Social e Sociedade, n —. Ed Cortez, São Paulo, 2007.
NETTO, J. P. e BRAZ, M. Economia política: uma introdução crítica. São Paulo : Cortez, 2006. (Biblioteca Básica de Serviço Social), v. 01).
PANIAGO, M. C. S. As políticas sociais, as lutas defensivas do welfate state e a luta histórica pela jornada de trabalho de 10 horas – contribuições problemáticas à luta pela emancipação do trabalho. X CBAS, RJ, 2001.
TONET, I. Cidadania ou emancipação humana? Disponível em www.ivotonet.xpg.com.br, acesso em 30 abr 2010.
MOTA, A. E. Crise e Seguridade Social – Um estudo sobre as tendências da Previdência e da Assistência Social nos anos 80 e 90. SP: Cortez, 1995, p. 117-157.
SADER, E. e GENTILI, P. (Orgs.). Pós-neoliberalismo – As políticas sociais e o Estado democrático. 1ª ed., SP : Paz e Terra, 1995.
SOARES, L. T. Ajuste neoliberal e desajuste social na América Latina. Petroplois. RJ: Vozes, 2001.
TEIXEIRA, F. J. S ; OLIVEIRA, M. A. de. Neoliberalismo e Reestruturaçao Produtiva: as novas determinações do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez ; Fortaleza : Universidade Estadual do Ceará, 1996. Pag. 195/252.
GRANEMANN, S. Políticas Sociais e Financeirizaçao dos Direitos do Trabalho: Revista em Pauta, n 20. Rio de Janeiro, 2007. Pag. 57 / 68.
MARQUES, R. M.; MENDES, A. Servindo a dois senhores: as políticas sociais no governo Lula. Revista Katalyses, v. 10, n 01, p. 15/23, jan/junho 2007
SANTOS, M. A. N. Estado moderno, Fundo Publico e capital: uma tentativa de compreensão. In: DAVI, J.; MARTINIANO, C. E PATRIOTA, L. M.
(Orgs). Seguridade Social e Saúde: tendencias e desafios. Campina Grande : EDUEPB, 2009.
Legislações pertinentes as políticas sociais.
Mészáros, István. Para Além do Capital. São Paulo: Boitempo, 2002. .cap.11.3 – A crítica marxiana da teoria liberal
Marx, Karl. “Glosas Críticas e Glosas Críticas Marginais ao artigo O Rei da Prússia e a Reforma Social. De um Prussiano.” in: Práxis n.5 – Belo Horizonte: Projeto Joaquim de Oliveira, out-dez.1995.
BEHRING, Elaine R. Política social e capitalismo contemporâneo: um balanço crítico-bibliográfico. Rio de Janeiro: UFRJ/ESS, 1993. Dissertação de Mestrado.
______. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2003a.
SANTOS, S. M. de. M. Política Social e diversidade humana: crítica à noção de igualdade e oportunidade. In: BOSCHETTI, I. et al (Orgs). Sao Paulo : Cortez, 2010.
SANTOS, S. M. de. M. Direitos, desigualdade e diversidade. In: BOSCHETTI, I. et al (Orgs). Sao Paulo : Cortez, 2008.

 

Questão Social e Serviço Social



Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:

Fundamentos histórico-ontológicos de Questão Social no modo de produção capitalista. Produção e Reprodução das expressões da Questão Social. Debate teórico contemporâneo acerca da Questão Social. Particularidades de expressões de Questão Social no Brasil, nas principais áreas de atuação do Serviço Social.

Bibliografia:

MÓDULO 1 – A ontologia da Questão Social no processo de produção capitalista.

MARX, Karl. Crítica da Economia Política. Livro 1. Capítulo XXIII – A Lei Geral da Acumulação Capitalista. pp. 689-723. São Paulo: Boitempo Editorial, Março 2013.

PIMENTEL, Edilene. Uma “Nova Questão Social”? Raízes Materiais e Humano-Sociais do Pauperismo de Ontem e de Hoje. Maceió: EDUFAL, 2007. Capítulos 1 e 2. pp. 23-74.

MESZÁROS, István. Para Além do Capital. São Paulo: Editora Boitempo, 2011. pp.216-310.

IAMAMOTO, Marilda Vilela. Relações Sociais e Serviço Social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. São Paulo: Cortez, 2013. 38ª ed. Parte I. pp.35-130.

IAMAMOTO, Marilda Vilela. Serviço Social em Tempo de Capital Fetiche. São Paulo: Cortez Editora, 2012. 7ª ed. pp.105-195.

MÓDULO 2 – O debate contemporâneo acerca da Questão Social.

PIMENTEL, Edilene. Capítulo 4 “Questão Social”: Pontos e Contrapontos. In: Uma “Nova Questão Social”? Raízes Materiais e Humanos Sociais do Pauperismo de Ontem e Hoje. Maceió: EDUFAL, 2007. pp.133-165.

ROSANVALLON, Pierre. A Nova Questão Social. Coleção Pensamento Social-Democrata. Brasília: Instituto Teotônio Vilela, 1998. pp.11-27.

CASTEL, Robert. As Metamorfoses da Questão Social Uma Crônica do Salário. Petrópolis: Editora Vozes, 1998. pp.495-591.

IAMAMOTO, Marilda Vilela. Cap. Sociabilidade capitalista, questão social e Serviço Social. In: Serviço Social em tempo de Capital Fetiche. São Paulo: Cortez Editora, 2012. pp.155-208.

MÓDULO 3 – O Serviço Social e as expressões da Questão Social na contemporaneidade.

GOHN, Maria da Glória. Conselhos Gestores e Participação Socio-Política: Questões de nossa época. Cortez Editora: São Paulo, 2001. v.32.

Conselhos Setoriais de Políticas Públicas. In: CARNEIRO, Maria A. B. O Caráter do Poder Local no Interdiscurso do Conselho Municipal de Saúde. Cabedelo-Paraíba. Tese de Doutorado, 2005. Universidade Federal da Paraíba.

MOTA, Ana Elizabete et al. Serviço Social e Saúde: Formação e Trabalho Profissional. São Paulo: Cortez Editora, 2007. 2ªed. Capítulos 3, 4 e 5. pp. 167-242.

 

Estudos de Gênero



Obrigatória: Sim
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
Contextualizar o processo histórico de constituição da categoria gênero e sua vinculação com o feminismo. Trajetórias e circulação do conceito de gênero nas ciências humanas. Aprofundamento das principais correntes conceituais da problemática do gênero e sua relação com os estudos do poder, enfatizando prioritariamente duas tendências: o enfoque clássico e as abordagens pós-estruturais.

Bibliografia:
ALMEIDA. Heloisa Buarque de. et al. Gênero em Matizes. Bragança Paulista: Editora da Universidade São Francisco, 2002.
DEL PRIORE, Mary. Ao Sul do Corpo: Condição feminina, maternidades e mentalidades no Brasil Colônia. Rio de Janeiro: José Olympio; Brasília, DF: Edunb, 1993.
(Org.) História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 1997.
FREIRE, Maria Martha de Luna. Mulheres, Mães e Médicos: discurso maternalista no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.
FOUCAULT, Michel. O sujeito e o poder. In: RABINOW, Paul e DREYFUS, Hubert. Michel Foucault. Uma Trajetória filosófica. Para além do estruturalismo e da hermenêutica. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1995. p. 231-249.
Judith Butler. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade.”, Civilização Brasileira, 2003
LAURETIS, Teresa de. A Tecnologia do Gênero. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de. (Org.) Tendências e Impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
LEÓN, Magdalena. Empoderamiento: Relaciones de las mujeres com el poder In Revista Estudos Feminista. Florianópolis, 2000.
MINELLA, Luzinete S. FUNCK, Susana Bornéo. (orgs.) Saberes e fazeres de Gênero: entre o local e o global. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2006.
MISKOLCI, Richard. A Teoria Queer e a Questão das Diferenças: por uma analítica da normalização.Disponível em http://www.alb.com.br/anais16/prog_pdf/prog03_01.pdf
NYE, Andrea. Teorias Feministas e as Filosofias do Homem. Tradução de Nathanael C. Caixeiro. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos, 1995
MARTINEZ, Ana, S, MOYA, Juana, M. R. & MUÑOZ, Maria. A. D. Mujeres , espacio y sociedad: Hacia una Geografia de Género. Sintesis, Madrid, 1995.
PEDRO, Joana Maria. Os Sentimentos do feminismo. In: ERTZOGUE, Marina H.; PARENTE, Temis G. et. al. História e Sensibilidade. Brasília: Paralelo 15, 2006. p. 255-270.
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil para a análise histórica. Educação e Realidade, v.20 (2), 1995.
SAMARA, Eni de Mesquita; SOHEIT, Rachel; MATOS, Maria Izilda S. Gênero em Debate: trajetória e perspectivas na historiografia contemporânea. São Paulo: Educ, 1997.
STEARNS, Peter N. História das Relações de Gênero.Tradução Mirna Pinsk. São Paulo: Contexto, 2010.
TOURAINE, Alain. O Mundo das Mulheres. Tradução de Francisco de Morás. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

Trabalho na Sociedade Contemporânea



Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
O trabalho como categoria central na formação da riqueza social. A crise capitalista contemporânea, as transformações no mundo do trabalho e suas implicações na materialidade e subjetividade do trabalho. Os sistemas produtivos, o processo de reestruturação produtiva, as estratégias de controle, os padrões de proteção social e seus impactos sobre o trabalho.

Bibliografia:
ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho. Boitempo Ed. 1999.
ANTUNES, R. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 2. Ed. São Paulo: Cortez; Campinas
& UNICAMP, 1995.
BRAGA, Ruy. A restruturação do capital. Ed. Xamã. São Paulo,1997.
CORIAT. Benjamim. Pensar pelo avesso: o modelo japonês de trabalho e organização. RJ. REVAN/UFRJ, 1994.
GOUNET, Thomas. Fordismo e Toyotismo na civilização do automóvel. São Paulo: Boitempo, 1999
HARVEY. David. Condição pós-moderna. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 1994
IANNI, Octávio. O mundo do trabalho. Rev. São Paulo em Perspectiva, V. 8, No.1, SEAD, jan./março. 1994.
__________. Dimensões da crise e as metamorfoses do mundo do trabalho.Revista Serviço Social, n. 50. São Paulo: Cortez, 1996.
LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo, Cortez, 2007.
MANDEL. Ernest. Crise do capital: os fatos e sua interpretação marxista. Trad. Juarez Guimarães e João Machado Borges. São Paulo, Ensaio.
Campinas – SP, UNICAMP, 1990.
MARX, Karl. O Capital. Livro I. Civilização Brasileira, 1980.
————–. O Capital. Cap. VI (inédito). São Paulo: Ciências Humanas, 1978.
MÉSZÁROS, István. Para Além do Capital. Boitempo, 2002.
MOTA, Ana Elizabete. A cultura da produtividade e da insegurança no novo mundo do trabalho. Revista Inscrita – CFESS, n. III. Rio de Janeiro,
nov. 1998a.
_______. A nova fábrica de consensos: ensaios sobre a reestruturação empresarial, o trabalho e as demandas ao Serviço Social. São Paulo: Cortez,1998.
NAPOLEONE, Cláudio. Lições sobre o capítulo sexto (Inédito de Marx). São Paulo: Hucitec, 1995.
OLIVEIRA. Francisco. O Terciário e a divisão social do trabalho. In Novos Estudos, CEBRAP, nº. 24, 1979.
__________, O Surgimento do antivalor. In Novos Estudos CEBRAP, nº 22, out.1988.
PAULANI, L. O papel da força viva de trabalho no processo capitalista de produção: uma análise dos dilemas contemporâneos. Revista Estudos
Econômicos. São Paulo, v. 31, n.4, 2001.
RUAS, R. e ANTUNES, E. Gestão do Trabalho, qualidade total e comprometimento no cenário da reestruturação. In: São Paulo em Perspectiva.
SP: Fundaçào SEADE, v.11, nº. 1, jan. a março/1997.
TAVARES, M A. Os fios (in)visíveis da produção capitalista: informalidade e precarização do trabalho. São Paulo: Cortez, 2004.
TEIXEIRA, Francisco José. Pensando com Marx.Ed. Ensaio, 1995.
______________________ . Modernidade e Crise: reestruturação ou fim do capitalismo? In Neoliberalismo e reestruturação produtiva. São Paulo:Cortez, 199

Gênero e Trabalho



Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
O gênero na estruturação do conjunto das práticas sociais, políticas e econômicas. Identificar a divisão sexual existente na divisão social do
trabalho. A aplicação do conceito de gênero no âmbito das políticas de geração de trabalho e renda no contexto brasileiro

Bibliografia:
AGUIAR, D. Uma analise de gênero sobre a crise econômica global – suas múltiplas causas e impactos. Simpósio Público UNCTAD, Genebra, 2009
BRITO, J. C. Enfoque de gênero e relação saúde/trabalho no contexto de reestruturação produtiva e precarização do trabalho. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.16, n.1, p.87-105, 2000
COSTA, A. O.; SORJ, B.;BRUSCHINI, C.; HIRATA, H. Mercado de Trabalho e Gênero. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008
DELGADO, D.; CAPELO, P.; SOARES, V. Ações Afirmativa, mulheres e mercado de trabalho. Revista Estudos Feministas. Florianópolis, v.9, n.1, p. 144 – 160, 2000
GUÉRIN, Isabelle. Sociologia econômica e relações de gênero. In. EMÍLIO, Marli, et all (org.). Trabalho e Cidadania Ativa para as Mulheres.
Prefeitura Municipal de São Paulo, 2003. p. 71-88
HIRATA, H.; SEGNINI, L. Organização do trabalho e gênero. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2007.
HIRATA, Helena & KERGOAT, Danièle. A classe operária tem dois sexos. In. Estudos Feministas, Florianópolos, n.1, ano 2, p. 93-100, 1994.
HIRATA, Helena. Reestruturação produtiva, cidadania e gênero. In. ÁVILA, Maria Betânia, et all (Orgs.) Um debate crítico a partir do feminismo: reestruturação produtiva, reprodução e gênero. São Paulo: CUT, 2002.
IBGE. Perfil das Mulheres Responsáveis pelos Domicílios no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2000.
KERGOAT, Danièle Em defesa da sociologia das relações sociais: da análise crítica das categorias dominantes à elaboração de uma nova conceituação. In O sexo do trabalho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
KERGOAT, Daniele. Divisão sexual do trabalho e relações sociais de sexo. In. EMÍLIO, Marli, et all (org.). Trabalho e Cidadania Ativa para as Mulheres. Prefeitura Municipal de São Paulo, 2003.
OLINTO, G.; OLIVEIRA, Z.L.C. Gênero e trabalho precário no Brasil. Cadernos de Gênero, v.5, n.1, p.209-223, 2004
PAULILO, M. I. S. Trabalho familiar: uma categoria esquecida de análise. Revista Estudos Feministas. Florianópolis, v. 12, n.1, p. 56-67, 2004
SAFFIOTI, H. B. Gênero, Patriarcado e Violência. São Paulo: Perseu Abamo, 2004.
______ Rearticulando gênero e classe social. In: BRUSCHINI, C.; COSTA, A.O. (Org) Uma questão de gênero. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1982.
SCOTT, Joan Wallach. A mulher trabalhadora. In GENEVIÈVE, F; MICHÉLE, P. (Org). História das mulheres. O século XIX. Porto:Edições
Afrontamento. São Paulo: EBRADIL, 1991
TELES, E. E. Características sociais dos trabalhadores informais: o caso das áreas metropolitanas no Brasil. Revista de Estudos Afro-Asiáticos,
Rio de Janeiro, n. 26, p. 21-51, 1994

Crise Capitalista, Neoliberalismo e Políticas Sociais



Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
A crise estrutural da acumulação capitalista e a ofensiva neoliberal e suas requisições do papel do Estado e das políticas sociais. Contrarreforma do Estado e desmonte da seguridade social. Propostas neoliberais para a proteção social brasileira: privatização, descentralização, seletividade e focalização

Bibliografia:
ANDERSON, Pery. Balanço do neoliberalismo. In: SADER, Emir & GENTILI, Pablo (Orgs.) Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado
democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p. 9-23.
BEHRING, Elaine R. Política social e capitalismo contemporâneo: um balanço crítico-bibliográfico. Rio de Janeiro: UFRJ/ESS, 1993. Dissertação
de Mestrado.
______. Política social no capitalismo tardio. São Paulo: Cortez, 1998.
______. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2003a.
CHESNAIS, François. A globalização e o curso do capitalismo de fim de século. Economia e Sociedade. São Paulo:
Campinas, n.º 05, p. 01-30, dezembro de 1995.
DAVI Jordeana et al. Seguridade social em tempos de crise do capital: o desmonte de seu orçamento. Revista Ser Social, vol. 12, nº 26 (2010),
Brasília-DF.
LAUREL, A. Cristina. Avançando em direção ao passado: a política social do neoliberalismo. In: LAUREL, A. Cristina (Org.)
Estado e políticas sociais no neoliberalismo. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2002. p. 151-178.
MARX, Karl. O Capital. v. 1. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Os Economistas)
MOTA, A. Elizabete. Cultura da crise e seguridade social: um estudo sobre as tendências da previdência e da assistência social brasileira nos anos 80 e 90. São Paulo: Cortez, 1995.
SIMIONATTO, Ivete. Reforma do Estado ou modernização conservadora? O retrocesso das políticas sociais públicas nos países do mercosul.
Ser Social. Brasília: UnB, nº. 07, p. 11-42,
SOARES, L. Tavares. Ajuste neoliberal e desajuste social na América Latina. Petrópolis; RJ: Vozes, 2001.
______. Os custos sociais do ajuste neoliberal na América Latina. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2002. (Coleção Questões da Nossa Época; v. 78).
TONET, Ivo. Democracia ou liberdade? Maceió: Edufal, 1999.

Saúde e Trabalho



Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
Elementos teóricos adequados à compreensão das implicações entre as relações de produção, o processo e a organização do trabalho e a saúde dos trabalhadores; Conceitos ampliados de trabalho e saúde; Marcos conceituais da Medicina do Trabalho, Saúde Ocupacional e Saúde do Trabalhador; Cargas e Riscos advindos do Processo e da organização do trabalho; Processo saúde-doença: acidentes, doenças e agravos
relacionados ao trabalho; A política de Saúde do Trabalhador no Brasil: do movimento de luta pela Saúde do Trabalhador à Rede Nacional de
Atenção Integral a Saúde do Trabalhador; Metodologias de Investigação e Intervenção em Saúde do Trabalhador.

Bibliografia:
ANTUNES, RICARDO. Os sentidos do trabalho. Ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo:Biotempo Editorial, 1999.
ANTUNES, R.; ALVES, G. As mutações no mundo do trabalho na era da mundialização do capital. In: Educ.soc., Campinas, vol.25, n. 87,
maio/ago, 2004.
BARRETO, M. M. S. Violência, saúde e trabalho: uma jornada de humilhações. São Paulo: EDUC, 2003.
Canguilhem, G. Meio e normas do homem no trabalho. Pro-posições, 12(2-3): 109-121, [1947], 2001.
CAPONI, S., 1997. Georges Caguilhem y el estatuto epistemológico del concepto de salud. Revista História, Ciências, Saúde, v. 4, jul./out.
CASTEL, R. A metamorfose da questão social: Uma crônica do salário. Petrópolis, Editora Vozes, 2001.
Dejours, C. (1986). Por um novo conceito de saúde. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional. São Paulo, nº 54, vol 14, p. 7-11, abr/mai/jun.
DEJOURS, C Da psicopatologia à psicopatologia do trabalho. In: DEJOURS, C. Da Psicopatologia à Psicodinâmica do trabalho. Tradução de
Franck Soudant. Paralelo 15. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2004. p. 49-51.
DEJOURS, C. BÈGUE, F. Suicídio e trabalho: o que fazer? Brasília: Paralelo 15, 2010.
DIAS, E. C. – A Atenção à Saúde dos Trabalhadores no Setor Saúde (SUS), no Brasil: Realidade, Fantasia ou Utopia? Campinas, 1994. [Tese
de Doutoramento, Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP]. 335 pgs.
DIAS, Elizabeth Costa Dias; CANCIO, Jacira; RIGOTTO, Raquel Maria; AUGUSTO, Lia Giraldo da Silva; HOEFEL, Maria da Graça Luderitz. As
Relações Produção/Consumo, Saúde e Ambiente na Atenção Primária à Saúde do SUS. In Caderno de Texto da I Conferência Nacional de
Saúde Ambiental. GT Saúde e Ambiente da ABRASCO (coordenação), 2009.
HIRATA, Helena. Nova divisão sexual do trabalho? Um olhar voltado para a empresa e a sociedade. São Paulo, Boitempo Editora, 2002.
MENDES, R. & DIAS, E., 1999. Saúde dos Trabalhadores. In. Epidemiologia & Saúde (M. Z. Rouquayrol & N. Almeida Filho, org.), pp. 431-456.
Rio de Janeiro: MEDSI.
POCHMANN, Márcio. O trabalho sob fogo cruzado. São Paulo, Editora Contexto, 2000.
Guèrin, F. ; Laville, A. ; Daniellou, F. ; Duraffourg, J. & Kerguelen, A. (2001). Compreender o trabalho para transformá-lo : a prática da
Ergonomia. São Paulo: EdUSP / Vanzolini / Edgard Blücher.
LACAZ, Francisco Antonio de Castro; Gómez, Carlos Minayo Texto 3.14 – Saúde do Trabalhador: novas- velhas questões. In 3.ª Conferência
Nacional de Saúde do Trabalhador: 3.ª CNST: “trabalhar, sim! adoecer, não!”: Coletânea de textos / Ministério da Saúde, Ministério do Trabalho
e Emprego, Ministério da Previdência e Assistência Social . – Brasília : Ministério da Saúde, 2005. 214 p. – (Série D. Reuniões e
Conferências)
Lhuilier, D. (2002). Trabalho. Em: Barus-Michel, J.; Enriquez, E. e Lévy, A. (coord.). (2002). Dicionário de Psicossociologia. Lisboa, Portugal:
Climepsi editores.
HARNECKER, Marta. Os Conceitos Elementares do Materialismo Histórico, 2ª edição. São Paulo, Global, Coleções Bases 36,.1983 p. 31-43
RIGOTTO, Raquel Maria. 3.15 – Saúde dos Trabalhadores e Ambiente: por um desenvolvimento sustentável? Desenvolvimento sustentável: o
que é? In 3.ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador: 3.ª CNST: “trabalhar, sim! adoecer, não!”: Coletânea de textos / Ministério da
Saúde, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência e Assistência Social . – Brasília : Ministério da Saúde, 2005. 214 p. –
(Série D. Reuniões e Conferências)
MENDES, Rene e DIAS, Elizabeth. C.. Da Medicina do Trabalho à Saúde do Trabalhador. In Rev. de Saúde Pública- São Paulo, 25 (5):341-9,
1991
ARCURI, Aline, S. A. & CARDOSO, Luiza, M. M. Percepção de Risco In Curso de Avaliação Qualitativa de Riscos Devido a Agentes Químicos.
João Pessoa- 2001 p.5e6.
ODDONE, Ivar et al. Ambiente de trabalho: a luta dos trabalhadores pela saúde. São Paulo: HUCITEC, 19- 30, 1986
MACHADO, Jorge Mesquita Huet. Processo de vigilância em saúde do trabalhador. In Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro, 13 (Supl. 2):33-45,
1997.
MACHADO, Jorge Mesquita Huet. & Pinheiro, Tarcísio Márcio Magalhães & Ribeiro, Fátima Sueli Neto . Vigilância em Saúde do Trabalhador.
In Brasil. Ministério da Saúde. 3.ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador: 3.ª CNST: “trabalhar, sim! adoecer, não!”: coletânea de textos
/ Ministério da Saúde, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência e Assistência Social – Brasília : Ministério da Saúde, 2005.
SILVA, E. F. 1998. Análise do processo de discussão/construção de uma política de saúde do trabalhador na Paraíba. Dissertação de Mestrado,
João Pessoa: Mestrado em Serviço Social, Universidade Federal da Paraíba.SIVIERI, L. H. Saúde no trabalho e mapeamento dos riscos. In:
Saúde, meio ambiente e condições de trabalho: conteúdos básicos para uma ação sindical. São Paulo: Fundacentro/ CUT, p. 75-111, 1996.

Gênero, Corpo e Diversidade



Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
Teorias de gênero e visibilidade da diversidade humana: história, conceitos e práticas sociais. Diversidades de gênero e sexualidades plurais.
Corpos transgressivos e políticas inclusivas. Teoria Queer e as (trans)formações de subjetividades e corporeidades no mundo contemporâneo

Bibliografia:
ALBUQUERQUE JR., Durval Muniz de. Nordestino: Uma invenção do falo – Uma história do gênero masculino (Nordeste – 1920/1940). Maceió:
Edições Catavento, 2003.
BRANDÃO, Izabel (Org.). O Corpo em Revista. Maceió: EDUFAL, 2005.
BUENO, Maria Lúcia; CASTRO. Ana Lúcia. (Orgs.). Corpo, território da cultura. São Paulo: Annablume, 2005.
CLAYTON, Susan. O Hábito faz o marido? O exemplo de uma female husband, James Allen (1787-1829). In: SCHPUN, Mônica R. (Org.)
Masculinidades. São Paulo: Boitempo Editorial; Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2004. p. 151-174.
CORBIN, Alain. COURTINE, Jean Jacques. VIGARELLO, Georges. (Orgs.) História do Corpo. Vols. I, II, III. Petrópolis, RJ:Vozes, 2008.
FOUCAULT, Michel. Ética, Sexualidade, Política. Manoel Barros da Silva (Org.). Tradução Inês Autran D. Barbosa. Rio de Janeiro: Forense
universitária, 2004, v. V (Coleção Ditos & Escritos).
________. Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). Tradução Eduardo Brandão. São Paulo:Martins Fontes, 2001. (Coleção
tópicos).
GOEELNER, Silvana V. A Produção Cultural do Corpo. In: LOURO, Guacira L.; NECKEL, Jane Felipe; GOEELNER, Silvana Vilodre (Orgs.).
Corpo, Gênero e Sexualidade. Um debate contemporâneo na educação. Petrópolis-RJ: Vozes, 2003.
JAGGAR, Alison M.; BORDO, Susan R. (Orgs.). Gênero, Corpo, Conhecimento. Trad. Britta Lemos de Freitas. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos
Tempos, 1997.
JACOBINA, Eloá; KÜHNER, Maria Helena. Feminino/Masculino: No imaginário de diferentes épocas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.
LAQUEUR, Thomas. Inventando o Sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud. Tradução Vera Whately. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001.
LOURO, Guacira L. Um Corpo Estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
MARZANO-PARISOLI, Maria Michela. Pensar o Corpo. Trad. Lúcia Orth. Petrópolis: RJ, 2004.
MATOS, Maria Izilda S. de. Delineando Corpos: as representações do feminino e do masculino no discurso médico (São Paulo 1890-1930). In:
MATOS, Maria Izilda S. e SOIHET, Rachel (Org.). O Corpo Feminino em debate. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.
NEPOMUCENO, Margarete A. O Queer que é isso? Tecnologia do corpo, gênero e sexualidade. In: SILVA, Antonio de Pádua Dias da (Org.).
Gênero em Questão: ensaios de literatura e outros discursos. Campina Grande: EDUEPB, 2007. p. 323-337.
PERROT, Michelle. As Mulheres ou os silêncios da história. Bauru, SP: Edusc, 2005.
SAMARA, Eni de Mesquita; SOHEIT, Rachel; MATOS, Maria Izilda S. Gênero em Debate: trajetória e perspectivas na historiografia
contemporânea. São Paulo: Educ, 1997.
SINGER, June. Androginia: Rumo a uma Nova Teoria da Sexualidade. Trad. Carlos Afonso Malferrari. São Paulo: Cultrix, 1990.
SOARES, Carmen Lúcia (Org.). Corpo e História. 3ª ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2006.
SOIHET, Rachel; MATOS, Maria Izilda S. (Orgs.). O Corpo feminino em debate. São Paulo: Editora UNESP, 2003.
VALE, Alexandre Fleming C.; PAIVA, Antonio Crístian (Orgs.). Estilísticas da Sexualidade. Fortaleza: PPGS- CE; Campinas: Pontes editores,
2006.
ZELDIN, Theodore. Uma História Íntima da Humanidade. Trad. Hélio Pólvora. Rio de Janeiro: BestBolso, 2009.

Gênero, Etnia/Raça, Geração e Diversidades Cultural



Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
As relações de gênero em articulação com as problemáticas educacionais e culturais da geração/juventude. Identidade e diversidade na perspectiva etnicorracial. Estudos em torno das práticas culturais e sociais envolvendo aspectos referentes aos direitos humanos e políticas públicas relativas aos segmentos juvenis, negros e indígenas.

Bibliografia:
BAUMAN, Z. Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi. Rio de Janeiro:Zahar, 2005.
BRANDÃO, C.r. Identidade e etnia. São Paulo : Brasiliense, 1986.
BHABHA, Homi. O local da cultura.Belo Horizonte: UFMG, 1998.
CARMO, P.S. Culturas de rebeldia: a juventude em questão. São Paulo: SENAC,2002.
CUCHE, D. A noção de cultura nas ciências sociais. 2.ed. Bauru : Edusc, 2002.
CUNHA, Manuela C. (org.). Historia dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
CERTEAU. Michel de. A invenção do cotidiano. Petrópolis: Vozes, 1994.
DAYRELL, Juarez. Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte : UFMG, 1996.
GUIMARÃES, A. S. A. Preconceito racial: modos, temas e tempos. São Paulo:Cortez, 2008.
HALL, S. Identidades culturais na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.
LENI, G.SMITT. História dos jovens: a época contemporânea. SP : Ci das Letras, 1996.
MUNANGA, K. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra.Belo Horizonte:Autêntica, 2006.
NOVAES, R.; VANNUCHI, P.(rgs) Juventude e Sociedade:trabalho, educação, cultura e participação. São Paulo:Instituto Cidadania, 2007.
MATOS, Maria Izilda Santos de. (org.) Gênero em debate – trajetória e perspectivas na historiografia contemporânea. São Paulo: EDUC, 1997.
_____________. Por uma história da mulher. Bauru : Edusc,2000.
SEMPRINI, A. Multiculturalismo. Bauru : Educs, 1999.
SCOTT, J. História das mulheres. In. BURKE, Peter. A escrita da história. São Paulo : Unesp, 1992.
SPOSITO, M. Estado do conhecimento: juventude. Brasília:INEP, 2000.
SILVA, Edson. Resistência indígena nos 500 anos de Colonização. In, BRANDÃO, Silvana.(Org.). Brasil 500 anos: reflexões. Recife: Editora
Universitária da UFPE, 2000.
SANTOS, Gislene. A. A invenção de ser negro:um percurso das idéias que naturalizam a inferioridade dos negros.SP/RJ, Pallas, 2002.

Gestão Pública Brasileira: Debate Contemporâneo



Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
A constituição de uma nova esfera pública. Espaços Públicos governamentais e não governamentais. Relação do público e do privado. Constituição de espaços híbridos e sua “novidade institucional”. Conselhos Setoriais de Políticas Públicas, Práticas de Orçamento Participativo. A importância dos fóruns e conferências como espaços democráticos

Bibliografia:
Avritzer, Leonardo; Navarro, Zander (org.) A Inovação Democrática do Brasil – São Paulo – Cortez 2002.
Bobbio, Norberto – O Futuro da Democracia – 7ª Ed. São Paulo – Paz e Terra – 2000
Borón, Atilio – Estado e Democracia na América Latina – São Paulo. Paz e Terra. 1994.
Brandão, Assis – Sobre a Democracia Participativa: Poulantzas, Mac pherson e Carole Pateman. Serviço Social e Sociedade. Nº 54 – São
Paulo. Editora Cortez. 1997
COUTINHO, Carlos Nelson – A Democracia como Valor Universal. Notas sobre cidadania e modernidade. Rio de Janeiro, 1997.
_________ Democracia e Socialismo. São Paulo. Ed. Cortez. 1992.
_________ Gramsci – Fontes do Pensamento Político. Porto Alegre. Ed. LPM. 1981.
CARVALHO, Antonio Ivo – Conselhos de Saúde no Brasil. Rio de Janeiro. FASE/IBAM – 1995.
CARNEIRO, Maria Aparecida Barbosa – O Caráter do Poder Local no Interdiscurso dos Atores do Conselho Municipal de Saúde de Cabedelo – PB. Tese de Doutorado – Programa de Pós-Graduação de Sociologia. UFPB – 2005.
DAGNINO, Eveline (Org.) Sociedade Civil e espaços públicos no Brasil. São Paulo – Paz e Terra. 2002.
GOHN, Maria da Glória. Conselhos Gestores e participação sócio-política. 2ª Ed. São Paulo. Cortez, 2003.
HABERMAS, Juergen – O Discurso Filosófico da Modernidade. São Paulo. Martins Fontes – 2002.
LYRA, Rubens Pinto – As propostas “clássicas” de Democracia Direta e o Ineditismo da Experiência Brasileira in Política e Trabalho. Revista das Ciências Sociais, nº 15. Setembro, 1999.
SOARES, José Arlindo – (Org.). Os desafios da gestão democrática. Cortez. 1996.

Tópicos Especiais



Nível: Mestrado Acadêmico
Obrigatória: Não
Carga Horária: 60
Creditos: 4

Ementa:
Propicia a discussão de questões atuais relacionadas às linhas de pesquisa do Mestrado em Serviço Social.

Bibliografia:
ANDERSON, Perry. Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
BRAVERMAN, H. O trabalho e o capital monopolista: a degradação do trabalho no século XX. Rio de Janeiro. 3 ed. Editora Guanabara, 1987.
BEHRING, Elaine. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2003.
BEHRING, Elaine. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e perda de direitos. São Paulo: Cortez, 2003
BIRGIN, H. Políticas con perspectivas de género o el género como
política? Debate Feminista: Heridas, muertes y duelos, México, n. 28, 2003
BORÓN, Atilio. Estado e Democracia na América Latina – São Paulo. Paz e Terra. 1994.
IAMAMOTO, Marilda V. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. São Paulo: Cortez, 1998.
PENA, M. V.; PITANGUY, J. A Questão de Gênero no Brasil. CEPIA e Banco Mundial, 2003 www.cepia.org.br

Seminários de Pesquisa



Nível: Mestrado Acadêmico
Obrigatória: Sim
Área(s) de Concentração:
Serviço Social, Questão Social e Direitos Sociais
Carga Horária :60
Creditos: 0

Ementa:
O propósito da disciplina é oportunizar a discussão sobre a construção, adequação e execução dos projetos de dissertação.

Bibliografia:
GOODE, W. J., HATT, Paul K. Métodos em Pesquisa Social. 4.ª ed. (Trad. do inglês por Carolina M. Bori), São Paulo:Camp. Ed. Nacional, 1973.
GRAMSCI, Antônio. Concepção Dialética da História. 6.ª ed. (Trad. do italiano por Carlos Nelson Coutinho), Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1986.
RICHARDSON, R. Jarry e colaboradores. Pesquisa Social – Métodos e Técnicas (3ª ed.; rev. e ampl.) São Paulo: Ed. Atlas, 1999. p. 189-265 e
298-317.
SELLTIZ, JAHODA et alli. Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais. Trad. de Dente M. Leite. São Paulo, Ed. Herder, 1967. (p.223-313).
SETÚBAL, Aglair Alencar. Pesquisa em Serviço Social: utopia e realidade. São Paulo: Cortez Ed., 1995.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa – Ação. São Paulo: Cortez, 1986.
TRIVINOS, A. Nibaldo Silva. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

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