PPGCF

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Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas

Ementa

  • Disciplinas Obrigatórias:

Planejamento e Otimização de Experimentos


Nível: Mestrado acadêmico

AREA DE CONCENTRAÇAO: FARMACOS E MEDICAMENTOS

CARGA HORÁRIA: 60 Horas – Créditos: 04
PROFESSOR: José Germano Véras Neto

PLANO DE CURSO

EMENTA:
Introdução a quimiometria. Planejamento multivariado: tipos e fundamentos, análise de
variância e dos efeitos. Planejamentos fatoriais. Modelagem empírica.

OBJETIVO GERAL
Adquirir Conhecimentos Teóricos, Capazes De Serem Transformados Em Instrumentos
Apropriados Para O Controle Da Qualidade Em Análises Químicas

OBJETIOS ESPECÍFICOS

Compreender Conceitos E Fundamentos Teóricos De Técnicas De Planejamento De
Experimentos.
Compreender potencialidades, limitações e aplicações das técnicas de planejamento de
experimentos.
Ser capaz de selecionar método de planejamento experimental para uma dada aplicação
química.

1ª Unidade Temática

I Módulo (Fundamentos da Quimiometria)

1.1 Estatística Descritiva
1.2 Fundamentos da Quimiometria

II Módulo (Planejamentos Multivariados)

2.1 Planejamentos multivariados
2.2 Planejamentos Fatoriais 2²
2.3 Planejamentos Fatoriais 2³
2.4 Planejamentos Fatoriais24

2ª Unidade Temática

I Módulo (Planejamentos Fatoriais Fracionários e Saturados)

3.1 Planejamentos Fatoriais Fracionários
3.2 Planejamentos Saturados

II Módulo (Análise de Superfície de Resposta)

4.1 Modelos Empíricos
4.2 Planejamentos Simplex
4.3 Planejamento Composto Central
4.4 Planejamento Box-Behnken

Procedimentos metodológicos

Estratégias de Ensino: Aulas dialogadas
Recursos Técnico-Pedagógicos: Quadro branco e lápis, data show.

Avaliação
Contínua, de acordo com a resolução UEPB/CONSEPE/003/2005

Referências Bibliográficas

B. B. Neto, I. S. Scarminio e R. E. Bruns, “Como Fazer Experimentos – Pesquisa e
desenvolvimento na ciência e na indústria”, 4ª ed., Editora Bookman, Porto Alegre,
2010.
G. E. P. Box, W. G. Hunter e J. S. Hunter, “Statistics for experimenter: an introduction
to design, data analysis and model building”, Wiley, New York, 1978.
A. J. A. Calegare, “Introdução ao delineamento de experimentos”, 2ª ed., Editora
Blucher, São Paulo, 2009.
D.R McCarville, L. Custer, “Design and analysis of experiments: Studet Solutions
Manual”, 7ª ed., Editora John Wiley & Sons, Hoboken, 2009.

 

Orientação Bibliográfica e Redação Científica I


Nível: Mestrado acadêmico

AREA DE CONCENTRAÇAO: FARMACOS E MEDICAMENTOS
CARGA HORÁRIA: 30 HORAS – CRÉDITOS: 02 .- / Obrigatória
Professora: Flávia Carolina Alonso Buriti

PLANO DE CURSO

Ementa: Introdução. Critérios de avaliação da comunicação científica. Ética na pesquisa científica. Bases de dados em comunicação e informação científica. Estruturação e apresentação de projetos e trabalhos acadêmicos. Citações de documentos. Normalização bibliográfica. Exemplos. Aplicações.

Objetivos:

Orientar o aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas no acesso, uso, organização e citação da informação especializada, técnica e científica em ciências farmacêuticas e áreas afins de modo que as informações compiladas possam ser adequadamente utilizadas no preparo de projetos e divulgadas nas dissertações do programa, bem como em outros meios acadêmicos e científicos.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 7p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 15p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 12p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: referências bibliográficas. Rio de Janeiro, 2002. 24p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento: apresentação. Rio de Janeiro, 2012. 8p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2012. 7p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 2p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034: informação e documentação: índice: apresentação. Rio de Janeiro, 2004. 8p.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 6lp.
INTERNATIONAL COMMITTEE OF MEDICAL JOURNAL EDITORS. Uniform requirements for manuscripts submitted to biomedical journals: writing and editing for biomedical publication. Journal of Pharmacology and Pharmacotherapeutics, v. 1, n. 1, p.42-58, 2010.
NA TIONAL INSTITUTES OF HEAL TH. National Library of Medicine. Citing medicine: the NLM style guide for authors, editors, and publishers. 2. ed. Bethesda: National Library of Medicine, 2007. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK7256/. Acesso em: 15 jul. 2015.
NA TIONAL INSTITUTES OF HEAL TH. National Library of Medicine. PubMed.gov. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed. Acesso em: 16 jul. 2015 .

Redação de Artigos Cientificos


Nível: Mestrado acadêmico

AREA DE CONCENTRAÇAO: FARMACOS E MEDICAMENTOS
CARGA HORÁRIA: 30 HORAS – CRÉDITOS: 02 .- / Obrigatória
Professora: Felipe Hugo de Alencar Fernandes

PLANO DE CURSO

EMENTA:

Fundamentar as regras básicas para, orientar auxiliar e desenvolver a capacidade de
redigir, em linguagem científica em observâncias às técnicas eficazes de clareza e
compreensão, textos de naturezas diversas.

BIBLIOGRAFIA:

 ABRAHANSOHH, P.A. Redação Científica. Ed Guanabara Koogan, 284p.
2004.
 CEGALHA, D. P. Gramática da Língua Portuguesa. Ed. Saraiva. 736p.
2007.
 CEGALHA, D. P. Novíssima Gramática da Língua portuguesa Ed. Nacional.
693p 2005.
 MARTINS, E. Resumão: os 150 Erros mais comuns. Ed. Barros Fischer e
Associados, 2003.
 Medeiros, J. B. Redação Científica. A prática de Fichamentos, Resumos e
Resenhas.Ed. Atlas. 306p. 2007.

Farmacologia e Toxicologia não Clinica


Nível: Mestrado acadêmico

AREA DE CONCENTRAÇAO: FARMACOS E MEDICAMENTOS
CARGA HORÁRIA: 45 HORAS – CRÉDITOS: 03 (três)

PLANO DE CURSO

EMENTA:

Toxicidade (aguda, subaguda, crônica; Cito, geno e carcinogenicidade). Abordagens de métodos de estudo farmacológicos não clínicos de produtos bioativos (in vivo, in vitro e in silico). Métodos de eutanásia em animais de laboratório. Extrapolação de dose de animais para humanos. Legislação que regulamenta os testes farmacológicos e toxicológicos não clínicos.

BIBLIOGRAFIA:

 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Guia para a condução de estudos não clínicos de toxicologia e segurança farmacológica necessário ao desenvolvimento de medicamentos. Brasília-DF, 2013.
 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução RDC-17 de 24/02/2000. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília -DF, 28/abril/2000.
 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. RESOLUÇÃO-RE Nº 90, DE 16 DE MARÇO DE 2004.
 GOODMAN, R.; GILMAN, M. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. Guanabara Koogan, 2007.
 HAMON, M.; MALDONADO, R.; VELA, J. M. In vivo Models for Drug Discovery. Singapore: Wiley-VCH, 2014, v.62. 561 p. (Methods and Principles in Medicinal Chemistry).
 HOCK, F. J. Drug Discovery and Evaluation: Pharmacological Assays. Switzerland: Springer International Publishing, 2016.
 KNOP, L.B; MARIA, D.A. Métodos substitutivos e a experimentação animal: um enfoque inovador. RESBCAL, São Paulo, v.4 n.2, pg. 101-114, 2016.
 MILLER, O.; GONÇALVES, R.R. Laboratório para o Clínico. 8 ed. São Paulo: Atheneu, p. 3-78. 1999.
 MOURA et al. Ensaios toxicológicos: um estudo sobre a utilização de testes in vivo e in vitro. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer, Goiânia, v.8, n.15; p. 1946, 2012.
 OECD – GUIDELINE FOR THE TESTING OF CHEMICALS, 407. Repeated Dose 28-day Oral Toxicity Study in Rodents. 2008.
 OECD GUIDELINE FOR TESTING OF CHEMICALS, 423. Acute Oral Toxicity – Acute Toxic Class Method. 2001.
 SHARMA, V.; MCNEILL, J. H. To scale or not to scale: the principles of dose extrapolation. Br J Pharmacol, v. 157, n. 6, p . 907-921, 2009.
 WINYARD, P. G.; WILLOUGHBY, D. A. Inflammation Protocols. Totowa, Hew Jersey: Humana Press, 2003, v.225. 378 p. (Methods in Molecular Biology).

Seminários


Nível: Mestrado acadêmico

AREA DE CONCENTRAÇAO: FARMACOS E MEDICAMENTOS
CARGA HORÁRIA: 30 HORAS – CRÉDITOS: 02 (três)

PLANO DE CURSO

EMENTA:

Temas de atualização na área farmacêutica. Os conteúdos dependerão de questões e
problemas conjunturais no campo dessa área que esteja em evidência e que seja
importante para o mestrando da área.

BIBLIOGRAFIA:

Variável de acordo com o tema proposto.

  • Disciplinas Eletivas:

Bioestatística aplicada a saúde


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória: Sim
Carga Horária: 30
Créditos: 2.0

Área(s) de Concentração: Fármacos e medicamentos

Ementa

Conceitos básicos de estatística. Tipos de variáveis. Representação tabular e gráfica. Medidas de tendência central e medidas de dispersão. Noções de amostragem. Noções de probabilidade. Distribuição binomial e distribuição normal. Medidas de associação: razão de prevalência, razão de
incidência, razão de odds, qui-quadrado de Pearson. Regressão e correlação. Estimação por ponto e por intervalo de confiança. Testes de hipóteses para uma proporção populacional e para uma média populacional.

Bibliografia

CAMPBELL,M. J.Statistics at square two. Understanding modern statistical applications in medicine. BMJ Books, Blackwell, second ed. 2006.
BUSSAB, W. de O.; MORRETTIN, P. A. Estatística Básica. 5° Ed. São Paulo: Saraiva, 2006, 526p.
DIAZ, F. R.; LÓPEZ, F. J. B. Bioestatística. 1° Ed. São Paulo: Editora Thomson Pioneira, 2006, 304p.
MOTTA, V. T. Bioestatística. 2° Ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2006, 100p.
PETRIE, A; SABIN, C. Medical Statistics at a Glance. Second edition, Blackwell, 2005.
SMITH, S. D. Statistical tools in the quest for truth: hypothesis testing, confidence intervals, and the power of clinical studies. Ophthalmology. 2008;115:423-4.
SOARES, JF, Siqueira AL. Introdução à Estatística Médica, COOPMED, 2002.
WANG, R.; LAGAKOS, S.W., WARE, J. H.; HUNTER, D. J., and DRAZEN, J. M. Reporting of Subgroup Analyses in Clinical Trials. N Engl J Med. 2007;357:2189

Biofarmácia


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória: Sim
Carga Horária: 45
Créditos: 3.0

Área(s) de Concentração: Fármacos e medicamentos

Ementa

Bases fisiológicas do trânsito de medicamentos no organismo: absorção, distribuição, metabolismo e excreção. Biodisponibilidade e bioequivalência. Apresentação e discussão dos aspectos biofarmacêuticos relacionados às formas farmacêuticas (FF) de administração oral, retal, percutânea, oftálmica, parenteral e pulmonar (aerossol). Estudo e correlação dos testes in vitro e in vivo de bioequivalência.

Bibliografia

ANSEL, H, C., POPOVICH, N. G., Jr. ALLEN, L. V. Farmacotécnica ? Formas Farmacêuticas & Sistemas de Liberação de Fármacos. 6a ed., Editora Premier, São Paulo, 568p, 2000.
ANSEL, H, C., POPOVICH, N. G., Jr. ALLEN, L. V. Formas Farmacêuticas e Sistemas de Liberação de Fármacos. 8a edição, Artmed, Porto Alegre, 775p, 2007.
BERROZPE, J. D.; LANAO, J. M.; DELFINA, J. M. Biofamácia y Farmacocinética. Vol II, Editorial Sintesis, Madrid, Espanha, 591p, 1998.
FLORENCE, A. T.; ATTWOOD, D. Princípios Físico-Químicos em Farmácia. Editora da Universidade de São Paulo, 732p, 2003.
GENNARO, A. R. Remington ? A Ciência e a Prática da Farmácia. 20a ed., Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2208p, 2000.
GILMAN, A.G. et al. (Eds). Goodman e Gilman: As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 11a ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2007.
LEBLANC, P. P.; AIACHE, J. M.; BESNER, J. G.; BURI, P.; LESNE, M. Tratado de Biofamácia e Farmacocinética. 3. ed., Instituto Piaget, Lisboa, 396p., 1997.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Vol I, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 505p, 2001.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Vol II, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1517p, 2001.
SINKO, P. J. Físico-Farmácia e Ciências Farmacêuticas. 5. Ed. Artmed, Porto Alegre, 810p, 2008. FARMACOPÉIA BRASILEIRA. São Paulo. Atheneu, 4o edição. 1988.
THE UNITED States Pharmacopeia. 26.ed. Rockville: United Pharmacopeial Convention, 1999.

Periódicos

  • Chemical and Pharmaceutical Bulleti
  • Drug Development Industrial Pharmacy
  • Drug Delivery
  • European Journal of Pharmaceutical Sciences
  • International Journal of Pharmaceutics
  • Journal of Pharmaceutical Science
  • Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis
  • Pharmaceultical Research
  • Pharmaceutical Technology

Desenvolvimento de formas farmacêuticas


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória:  Não
Carga Horária: 60
Créditos: 4.0

Ementa

A disciplina tem por objetivo capacitar os participantes na pesquisa, desenvolvimento e produção das formas farmacêuticas líquidas, sólidas e semissólidas. Uma parte introdutória destaca os aspectos importantes a serem considerados do ponto de vista de biodisponibilidade de medicamentos associados às formas farmacêuticas durante a concepção das mesmas. Em seguida, toda a parte tecnológica é abordada concernente às formas farmacêuticas tradicionais. Finalmente, a aplicabilidade de tal conhecimento é exercitada na forma de aulas práticas com ênfase principal à transposição industrial e às regras de Boas Práticas de Produção que devem ser seguidas durante a produção em pequena, média e larga escala de medicamentos.

Bibliografia

ANSEL, H, C., POPOVICH, N. G., Jr. ALLEN, L. V. Farmacotécnica ? Formas Farmacêuticas & Sistemas de Liberação de Fármacos. 6a ed., Editora
Premier, São Paulo, 568p, 2000.
ANSEL, H, C., POPOVICH, N. G., Jr. ALLEN, L. V. Formas Farmacêuticas e Sistemas de Liberação de Fármacos. 8a edição, Artmed, Porto Alegre,
775p, 2007.
BERROZPE, J. D.; LANAO, J. M.; DELFINA, J. M. Biofamácia y Farmacocinética. Vol II, Editorial Sintesis, Madrid, Espanha, 591p, 1998.
FLORENCE, A. T.; ATTWOOD, D. Princípios Físico-Químicos em Farmácia. Editora da Universidade de São Paulo, 732p, 2003.
GENNARO, A. R. Remington ? A Ciência e a Prática da Farmácia. 20a ed., Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2208p, 2000.
GILMAN, A.G. et al. (Eds). Goodman e Gilman: As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 11a ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2007.
LEBLANC, P. P.; AIACHE, J. M.; BESNER, J. G.; BURI, P.; LESNE, M. Tratado de Biofamácia e Farmacocinética. 3. ed., Instituto Piaget, Lisboa,
396p., 1997.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Vol I, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 505p, 2001.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Vol II, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1517p,
2001.
SINKO, P. J. Físico-Farmácia e Ciências Farmacêuticas. 5. Ed. Artmed, Porto Alegre, 810p, 2008.
FARMACOPÉIA BRASILEIRA. São Paulo. Atheneu, 4o edição. 1988.
THE UNITED States Pharmacopeia. 26.ed. Rockville: United Pharmacopeial Convention, 1999.

Periódicos

  • Chemical and Pharmaceutical Bulletin
  • Drug Development Industrial Pharmacy
  • Drug Delivery
  • European Journal of Pharmaceutical Sciences
  • International Journal of Pharmaceutics
  • Journal of Pharmaceutical Science
  • Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis
  • Pharmaceultical Research
  • Pharmaceutical Technology

Desenvolvimento de medicamento fitoterapicos


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória:Não
Carga Horária: 30
Créditos: 2.0

Ementa

Estudo de pré-formulação Boas Práticas de Fabricação, processamento de material vegetal ,tecnologia de extração e obtenção de produtos vegetais (extratos secos, entre outros). Desenvolvimento farmacotécnico de uso farmacêutico. Estudo de estabilidade e de compatibilidade. Técnica de análise térmica e de separação e análise de marcadores. Execução de ensaios biológicos de controle. Legislação. Métodos analíticos para determinação de marcadores e controle da qualidade de fitoterápicos.

Bibliografia

BRITISH Pharmacopeia, 1993
United States Phrmacopeia. XXIV. Rockville, United States Pharmacopeial Convention, 2000
United States Phrmacopeia. XXIII. Rockville, United States Pharmacopeial Convention, 1995
FARMACOPÉIA BRASILEIRA, 4a Edição, São Paulo, Atheneo, 1988
Carol Collins, Gilberto Braga e Perina Bonato – Introdução aos Métodos Cromatográficos, Editora Unicamp, 8a Edição – Campinas – SP, 2001
Gary Christian – Analytical Chemistry – 6a Edition – John Willey & Sons, Inc, Washington – USA, 2003.
Michael Verral – Downtream Processing of Natural Products. John Willey & Sons, Inc – Chichester – England, 2000
Fernando Mauro Lanças – Cromatografia Gasosa – Acta – São Carlos – SP – 1993
Howard Ansel, Nicholas Popovich, Loyd Allen Jr. Pharmceutical Dosage Forms and Drug Delivery Systems. 7a Edition,
Williams & Wilkins, Philadelphia – USA – 2004 PINTO, T. J. A. et al. Controle Biológico de Qualidade de Produtos Farmacêuticos, Correlatos e Cosméticos. São Paulo, Atheneo Editora. 2000.
PRISTA, L. N. et al. Técnica Farmacêutica e Farmácia Galênica. 4a Edição. Vol. III. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1996.
ECOBICHON, D. J. The Basis of Toxicity Testing. Boca Raton, CRC press. 2002DART, R. R. Microbiological Assay. In: Microbiology for the Analytical Chemist. The Royal Society of Chemistry, Cambridge. 2003.

Periódicos:

  • Economic Botany
  • Journal of Ethnopharmacology
  • Fitoterapia
  • Brazilian Journal of Pharmacognosy
  • Journal Thermal Analysis and Calorimetry
  • Thermochimica Acta

Elucidação e estruturação de compostos orgânicos e de origem


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória:Não
Carga Horária:30
Créditos: 2.0

Ementa

Temas de atualização na área farmacêutica. Os conteúdos dependerão de questões e problemas conjunturais no campo dessa área que esteja em
evidência e que seja importante para o mestrando da área.

Bibliografia

Variável de acordo com o tema proposto.

Estudos avançados em novos sistemas de liberação de fármacos


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória: Não
Carga Horária:30
Créditos: 2.0

Ementa

Propriedades dos fármacos de liberação controlada. Novos sistemas de liberação de fármacos (lipossomas, microemulsões, micro e nanopartículas, microesferas, microcápsulas, nanoesferas e nanocápsulas). Considerações biofarmacêuticas e caracterizações. Sistemas de liberação controlada de fármacos (liberação prolongada, repetida e de ação tardia). Sistemas trandérmicos de liberação e cinética de liberação e permeação in vitro de fármacos.

Bibliografia

ANSEL, H, C., POPOVICH, N. G., Jr. ALLEN, L. V. Farmacotécnica ? Formas Farmacêuticas & Sistemas de Liberação de Fármacos. 6a edição,
Editora Premier, São Paulo, 568p, 2000.
ANSEL, H, C., POPOVICH, N. G., Jr. ALLEN, L. V. Formas Farmacêuticas e Sistemas de Liberação de Fármacos. 8a edição, Artmed, Porto Alegre,
775p, 2007.
AUTON, M. E. Delineamento de Formas Farmacêuticas. 2. ed., Artmed, Porto Alegre, 677p, 2005.
Farmacopéia Brasileira. São Paulo. Atheneu, 4o edição. 1978.
FLORENCE, A. T.; ATTWOOD, D. Princípios Físico-Químicos em Farmácia. Editora da Universidade de São Paulo, 732p, 2003.
GENNARO, A. R. Remington ? A Ciência e a Prática da Farmácia. 20a ed., Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2208p, 2000.
GILMAN, A. G. et al. (Eds). Goodman e Gilman: As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 11a ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2007.
LACAVA, Z. G. M. Aplicação biomédicas das nanopartículas magnéticas. IN: DURAN, N.; MATTOSO, L. H. C.; MORAIS, P. C. Nanotecnologia:
Introdução, preparação e caracterização de nanomateriais e exemplos de aplicação. Artliber Editora, São Paulo, 2006, 207p.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Vol I, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 505p, 2001.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Vol II, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1517p,
2001.
MORETO, L. D.; SANTOS Jr, N. Estabilidade de Fármacos e Medicamentos. Vol. 6, Febrafarma ? Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica, São Paulo, 69p, 2005.
NETZ, P. A.; ORTEGA, G. G. Fundamentos de Físico-Química ? Uma abordagem conceitual para as ciências farmacêuticas. Artmed, Porto Alegre, 299p, 2002.
SINKO, P. J. Físico-Farmácia e Ciências Farmacêuticas. 5. Ed. Artmed, Porto Alegre, 810p, 2008.

Períodicos

  • Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas
  • Química Nova
  • International Journal of Pharmaceutics
  • Colloids and Surfaces B: Biointerfaces
  • AAPS PharmSciTech
  • European Journal of Pharmaceutical Sciences
  • Journal of Pharmaceutical Science
  • Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis
  • Pharmaceultical Research
  • Pharmaceutical Technology

Farmacologia e toxilogia pré-clínica


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória: Sim
Carga Horária: 45
Créditos: 3.0

Área(s) de Concentração: Fármacos e medicamentos

Ementa

Toxicidade aguda, subaguda e crônica. Citotoxicidade, genotoxicidade e carcinogenicidade. Teratogenicidade. Abordagens de métodos de estudo farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos de produtos bioativos. Determinação de perfil farmacocinético. Legislação que regulamenta os testes
farmacológicos e toxicológicos pré-clínicos.

Bibliografia

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução RDC-17 de 24/02/2000. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília -DF, 28/abril/2000.
CEME. Roteiro de Ensaios Pré-clínicos e Clínicos. Brasília, 28p. 1983. CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. Resolução 01/88. Brasília, DF, 1988.
CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. Resolução 196/96. Brasília, DF, 1996.
CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. Resolução 251/97. Brasília, DF, 1997.
GOODMAN, R.; GILMAN,M. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. Guanabara Koogan, 2007.
MILLER, O.; GONÇALVES, R.R. Laboratório para o Clínico. 8 ed. São Paulo: Atheneu, p. 3-78. 1999.
RANG, H.P. DALE, M.M. RITTER, J.M., FLOWER, R.J. Farmacologia, 6 ed. Elsevier, 2007.
STOCKLEY, I.H. Drug Interactions: a source book of adverse interactions, their mechanisms, clinical importance and management. Oxford: harmaceutical Press, 2002.
CASSARETT. C. D.; DOULL, J. Toxicology – The basic Science of Poisons. New York: Macgraw-hill, 2006.
ATKINSON, A. J.; DANIELS, C. E.; ABERNETHY, D. R. Principles of Clinical Pharmacology. Academic Press, 2006.

Periódicos:

  • Annual Reviews in Pharmacology
  • British Journal of Pharmacology
  • Nature Reviews Drug Discovery
  • Pharmacological Reviews
  • Pharmacology and Therapeutics Science,
  • Toxicology
  • Toxicology and Applied Pharmacology
  • Pharmacology and Toxicology
  • Pharmacology and Toxicology, Neuroscience Letters.

Metodologia da pesquisa científica em saúde


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória:Sim
Carga Horária:30
Créditos: 2.0

Área(s) de Concentração: Fármacos e medicamentos

Ementa

Reflexões sobre a pesquisa científica na área de saúde. Aspectos conceituais, metodológicos e etapas no planejamento e desenvolvimento da pesquisa científica. Pesquisa quantitativa e qualitativa. Levantamento bibliográfico em bases de dados na área de saúde. Subsídios para a elaboração dos instrumentos de coleta de dados. Questões éticas relativas às diretrizes e normas regulamentadoras da pesquisa com seres humanos. Divulgação do conhecimento produzido pela pesquisa: tipos de comunicação científica. O rigor científico em pesquisa e a análise de estudos publicados.

Bibliografia

GUILHERM, D; ZICKER, F. Ética na pesquisa em saúde: avanços e desafios. Brasília: Editora UNB, 2007.
JUCÁ, M. Metodologia da pesquisa em saúde. Alagoas: EDUFAL, 2006.
POPE, C.; MAYS, N. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. Porto Alegre: Artmed, 2005.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2004.
VICTORA, C. G.; KNAUTH, D. R.; HASSEN, M. N. A. Pesquisa qualitativa em saúde: uma introdução ao tema. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001.
VIEIRA, S.; HOSSNE, W. S. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Editora Campus/Elsevier, 2004.
MOREIRA, H.; CALEFFE, L. G. Metodologia da pesquisa para professor pesquisador. Lamparina, 2008.
MELO, C. DE; NETTO, A. A. DE O. Metodologia da Pesquisa Científica Guia Prático para Apresentação de Trabalhos. Visual Books, 2008.
GAIO, R. Metodologia de Pesquisa e Produção de Conhecimento. Vozes, 2008.
DYNIEWICZ, A. M. Metodologia da Pesquisa em Saúde. Difusão editora, 2007.
JUCA, M. Metodologia da Pesquisa em Saúde. EDUFAL, 2006.

Periódicos

  • Ciência e Saúde coletiva
  • Caderno de Saúde Pública
  • Revista de Saúde Pública

Métodos analíticos avançados


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória:Não
Carga Horária: 30
Créditos: 2.0

Ementa

Métodos instrumentais de análise: métodos espectroanalíticos; métodos cromatográficos e métodos termoanalíticos.

Bibliografia

HARRIS, D.C. Análise química quantitativa. 5. Ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 2001.
SKOOG, D.A.; LEARY, J.J.; CROUCH, S. R. Princípios de análise instrumental. 6a Edição. Porto Alegre: Artmed, 2009.
SKOOG, D.A.; WEST, D.M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de química analítica. 8a Edição. São Paulo: Thomson Learning, 2006.
VOGEL, Análise química quantitativa. 6. Ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 2002.

Periódicos:

  • Analytica Chimica Acta
  • Journal of Brazilian Chemical Society
  • Journal of Chromatography
  • Journal of Chromatography. B
  • Química Nova

Química orgânica avançada


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória: Não
Carga Horária:60
Créditos: 4.0

Ementa

Ligações química. Aromaticidade. Estereoquímica. Acidez e Basicidade. Carbânions e carbocátions. Mecanismos das reações químicas. Reações pericíclicas. Reações de cicloadição; Reações sigmatrópicas. Reações de substituição nucleofílica, efeitos de grupos vizinhos e cátions não clássicos. Adições polares e reação de eliminação. Reações de radicais livres. Obtenção e reações de compostos heterocíclicos.

Bibliografia

Jerry March, Advanced Organic Chemistry, John Wiley & Sons, Inc., New York.
F. A. Carey & R. J. Sundberg, Advanced Organic Chemistry, Parats A & A, Plenum Press, New York.
J. M. Harris & C. C. Wamser, Fundamentals of Organic Reaction Mechanisms, John Wiley & Sons, Inc., New York.
Peter Sykes, A Guidebook to Mechanism in Organic Chemistry, 6th Ed., Prentice Hall, NY, 432pp., 1986.

Periódicos

  • Journal of the American Chemical Society
  • Journal of Organic Chemistry
  • Journal of Physic Chemistry
  • Organic Letters
  • Bioorganic and Medicinal Chemistry
  • Tetrahedron

Redação de artigos científicos


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória:Não
Carga Horária:30
Créditos: 2.0

Ementa

Fundamentar as regras básicas para, orientar auxiliar e desenvolver a capacidade de redigir, em linguagem científica em observâncias às técnicas eficazes de clareza e compreensão, textos de naturezas diversas.

Bibliografia

ABRAHANSOHH, P.A. Redação Científica. Ed Guanabara Koogan, 284p. 2004.
CEGALHA, D. P. Gramática da Língua Portuguesa. Ed. Saraiva. 736p. 2007.
CEGALHA, D. P. Novíssima Gramática da Língua portuguesa Ed. Nacional. 693P 2005.
MARTINS, E. Resumão: os 150 Erros mais comuns. Ed. Barros Fischer e Associados, 2003.
Medeiros, J. B. Redação Científica. A prática de Fichamentos, Resumos e Resenhas.
Ed. Atlas. 306p. 2007.

Seminários


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória:Sim
Carga Horária:30
Créditos: 2.0

Área(s) de Concentração: Fármacos e medicamentos

Ementa

Temas de atualização na área farmacêutica. Os conteúdos dependerão de questões e problemas conjunturais no campo dessa área que esteja em evidência e que seja importante para o mestrando da área.

Bibliografia

Variável de acordo com o tema proposto

Síntese e planejamento de fármacos


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória: Não
Carga Horária: 45
Créditos: 3.0

Ementa

Introdução: Fármacos – fontes; custos; descoberta e desenvolvimento; origem e situação no Brasil. Escalas de síntese. Estratégias para Sintetizar Fármacos (modelagem molecular, planejamento racional). Planejamento de Rotas Sintéticas. Retrossíntese. Grupos protetores. Síntese de algumas
categorias de fármacos da atualidade.

Bibliografia

LEDNICER, D.; MITSCHER, L. A.; GEROG, G. The Organic Chemistry of Drug Synthesis. Vol. 6. John Willey e Sons, Inc. New York, 1998.
LI, J. J.; JOHNSON, D. S.; SLISKOVIC, D. R.; ROTH, B. D. Contemporary Drug Synthesis. John Willey e Sons, Inc. Hoboken, New Jersey. 2004.
WARREN, S. Designing Organic Synthesis, John Wiley & Sons Ltd. 2002.
FUHRHOP, J.; PENZLIN, G. Organic Synthesis, 2nd ed., V. C. H. Publishers, Inc, New York, 1994.
BARREIRO, E. J., FRAGA, C. A. M. Química Medicinal: As Bases Moleculares da Ação dos Fármacos, Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
GARETH, T. Química Medicinal: uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
PATRICK, G. L. An introduction to medicinal chemistry. 2.ed., New York: Oxford University Press, 2001
WILLIAMS, D. A., LEMKE, T. L. Foye?s Principles of Medicinal Chemistry, 5th ed., Lippincott Williams & Wilkins, Philadelphia, 2002.
WERMUTH, C. G., Ed. The Practice of Medicinal Chemistry, 2.ed., Elsevier Academic Press, London, 2003.
CAREY, F. A. and SUNDBERG, R. J. Advance Organic Chemistry – Partes A e B. 5a. ed. Plenum Press, 2007.
HANSCH, C.; LEO, A. Exploring QSAR Fundamentals and Applications in Chemistry andBiology ACS Professional Reference Book, 1995.

Periódicos

  • Acta Crystallographica. Section C, Crystal Structure Communications
  • Applied Biochemistry and Biotechnology
  • Archiv der Pharmazie
  • Biochemistry and Molecular Biology Education
  • Chemical and Pharmaceutical Bulletin
  • Colloids and Surfaces. A, Physicochemical and Engineering Aspects
  • International Journal of Mass Spectrometry
  • International Journal of Morphology
  • Química Nova
  • The Journal of Essential Oil Research

Tópicos especiais I


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória: Não
Carga Horária: 30
Créditos: 2.0

Ementa

Temas de atualização em Obenção e Avaliação da Atividade Biológica de Produtos Naturais e Sintéticos de Interesse Farmacêutico. Os conteúdos dependerão de questões e problemas conjunturais no campo da saúde a serem programados em função da disponibilidade de pesquisadores/professores, bem como do interesse do corpo discente em diferentes temáticas.

Bibliografia

A serem definidas em função dos temas a serem abordados.

Tópicos especiais II


Nível: Mestrado acadêmico

Obrigatória:Não
Carga Horária:30
Créditos: 2.0

Ementa

Temas de atualização em Desenvolvimento, Produção e Análise de Fármacos e Medicamentos. Os conteúdos dependerão de questões e problemas conjunturais no campo da saúde a serem programados em função da disponibilidade de pesquisadores/professores, bem como do interesse do corpo discente em diferentes temáticas.

Bibliografia

A serem definidas em função dos temas a serem abordados.

Métodos de Estudo em Biologia Celular


Carga horária: 30 horas/aula     –   Créditos:  02

EMENTA

A disciplina de Métodos de Estudo em Biologia Celular propicia condições para que os acadêmicos possam aplicar as técnicas básicas de investigação celular em suas atividades de pesquisa, além de adquirir conhecimentos sobre a biologia de células. Técnicas de microscopia e identificação de componentes químicos celulares serão os grandes temas abordados.

OBJETIVOS

Capacitar alunos em metodologias aplicadas ao estudo da célula. Ao final do Curso, os alunos deverão estar aptos a:

  1. Conhecer as estruturas celulares, funcionamento e interações, essenciais para a profunda compreensão da Teoria Celular;
  2. Executar as diferentes metodologias abordadas;
  3. Identificar qual técnica será mais eficiente para resolver a problemática do estudo;
  4. Entender os mecanismos de funcionamento dos microscópios ópticos e eletrônicos;
  5. Processar amostras para os diferentes tipos de microscopia;
  6. Desenvolver metodologias utilizadas em microscopia para a identificação de carboidratos, lipídeos e proteínas, bem como para a localização de enzimas;
  7. Aplicar metodologias básicas de imunomarcação de proteínas;
  8. Aplicar técnicas moleculares para detecção de proteínas, DNA e RNA;
  9. Interpretar imagens de células animais e de microorganismos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  1. Introdução à célula: organização morfofisiológica das células eucarióticas.
  2. Microscopia de luz convencional e técnicas especiais: fundamentos e aplicações.
  3. Microscopia óptica de fluorescência e confocal a laser: princípios e aplicações.
  4. Bases do funcionamento do microscópio eletrônico de transmissão e de varredura.
  5. Preparo de amostras para os diferentes tipos de microscopia: métodos físicos e químicos.
  6. Introdução aos princípios de imunomarcação e técnicas citoquímicas para localização de componentes químicos celulares.
  7. Introdução à biologia de moléculas e abordagem sobre técnicas moleculares para detecção de proteínas, DNA e RNA: Western Blot, Southern Blot e Northern Blot.
  8. Aplicação de duas técnicas supracitadas como métodos de estudo em projetos de pesquisa.

ESTRATÉGIAS DE ENSINO E AVALIAÇÃO

Preleções teóricas e seminários.

RECURSOS DE ENSINO

Quadro branco, lápis e Projeção de slides com apoio de Datashow.

RESULTADOS ESPERADOS

Melhorar a assimilação dos conteúdos lecionados e despertar os alunos para a importância da disciplina no exercício de sua profissão.

BIBLIOGRAFIA

Alberts, B. et al. Biologia molecular da celular. Artmed, 5. ed., 2009.

Murphy, Douglas B. Fundamentals of light microscopy and electronic imaging. Wiley-Liss, 2001.

Wanderley S., 2010. Técnicas Microscopia óptica: fundamentos e aplicações às ciências biomédicas. Sociedade Brasileira de Microscopia Eletrônica.

Michael M. Cox; Jennifer A. Doudna; Michael O’Donnell. Biologia Molecular: princípios e técnicas. Artmed, 2012.

Bozzola, J.J. & Russel, L.D, 1992. Electron Microscopy: Principles and Techniques for Biologists.

Dykstra M. J., Reuss L. E., 2003. Biological Electron Microscopy: Theory, Techniques, and Troubleshooting.

Wanderley S., 2007. Técnicas básicas de microscopia eletrônica aplicadas às ciências biológicas. Sociedade Brasileira de Microscopia Eletrônica.

ALIMENTOS FUNCIONAIS E SUBSTÂNCIAS BIOATIVAS


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FÁRMACOS E MEDICAMENTOS

CARGA HORÁRIA: 45 HORAS        CRÉDITOS: 30

PLANO DE CURSO

EMENTA:

Introdução. Alimentos funcionais e substâncias bioativas: conceitos, critérios, definição e categorias. Efeitos metabólicos e fisiológicos. Metodologias de avaliação. Riscos. Segurança. Ocorrência natural em alimentos. Produção de substâncias bioativas e ingredientes funcionais. Novos alimentos e ingredientes. Probióticos. Resíduos da indústria de alimentos como fonte de substâncias bioativas. Legislação. Alegações de propriedades funcionais aprovadas. Perspectivas.

BIBLIOGRAFIA:

 

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Alimentos Com Alegações de Propriedades Funcionais e ou de Saúde/ Alegações de propriedade funcional aprovadas. http://s.anvisa.gov.br/wps/s/r/i1. Acessado em: 10 out. 2012.

AKOH, C.C. Handbook of functional lipids. Boca Raton, CRC, 2006.

CHO, S.S.; SAMUEL, P. Fiber ingredients: food applications and health benefits. Boca Raton: CRC, 2009.

CHO, S.S.; SAMUEL, P. Fiber ingredients: food applications and health benefits. Boca Raton: CRC, 2009.

COMISSÃO EUROPEIA. Regulamento (UE) No. 432/2012 da comissão de 16 de maio de 2012 que estabelece uma lista de alegações de saúde permitidas relativas a alimentos que não referem a redução de um risco de doença ou o desenvolvimento e a saúde das crianças. Jornal Oficial da União Europeia, L 136, p.1-40, 25 mai. 2012.

FARNWORTH, E.R. Handbook of fermented functional foods. Boca Raton: CRC, 2003.

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO; INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS. Brasil food trends 2020. São Paulo: FIESP/ITAL, 2010.

GIBSON, G.R.; ROBERFROID, M.B. Handbook of prebiotics. Boca Raton: CRC, 2008.

HETTIARACHCHY, N.S.; SATO, K.; MARSHALL, M.R.; KANNAN, A. Food proteins and peptides: chemistry, functionality, interactions, and commercialization. Boca Raton: CRC, 2012.

MILLER, G.D.; JARVIS, J.K.; MCBEAN, L.D. Handbook of dairy foods and nutrition, 3.ed. Boca Raton, CRC, 2007.

NOLLET, L.M.L.; TOLDRÁ, F. Handbook of analysis of active compounds in functional foods. Boca Raton, CRC, 2012.

PASSOS, M.L.; RIBEIRO, C.P. Innovation in food engineering: new techniques and products. Boca Raton, CRC, 2010.

SAAD, S.M.I.; CRUZ, A.G.; FARIA, J.A.F. Probióticos e prebióticos em alimentos: fundamentos e aplicações tecnológicas. São Paulo: Varela, 2011.

SHAHIDI, F. Nutraceutical and specialty lipids and their co-products. Boca Raton: CRC, 2006.

SHETTY, K.; PALIYATH, G.; POMETTO, A., LEVIN, R.E. Food biotechnology, 2.ed. Boca Raton, CRC, 2006.

SIKORSKI, Z.E. Chemical and functional properties of food components, 3.ed. Boca Raton: CRC, 2007.

YILDIZ, F. Advances in food biochemistry. Boca Raton: CRC, 2010.

Periódicos

American Journal of Clinical Nutrition

Annual Review of Food Science and Technology

Annual Review of Nutrition

Bioresource Technology

Comprehensive Reviews in Food Science and Food Safety

Critical Reviews in Food Science and Nutrition

Current Opinion in Biotechnology

Food Bioprocess and Technology

Food Chemistry

Molecular Nutrition and Food Research

Progress in Lipid Research

Trends in Food Science and Technology

TÓPICOS ESPECIAIS DETERMINAÇÃO ESPECTROSCÓPICA DE COMPOSTOS ORGÂNICOS: RMN


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FÁRMACOS E MEDICAMENTOS

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS   –   CRÉDITOS:  02

PLANO DE CURSO

EMENTA:

 

Fórmulas moleculares, RMN de hidrogênio: conceitos básicos e conceitos avançados, RMN de carbono 13, técnicas bidimensionais.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

       Determinação da massa e fórmula molecular, índice de deficiência do hidrogênio, conceitos básicos de RMN (estado de spin, momento magnético, mecanismo da absorção, deslocamento químico, os aparelhos de RMN, integral e integração, proteção diamagnética, anisotropia, acoplamento spin-spin), conceitos avançados (constantes de acoplamento, equivalência magnética, mecanismos de acoplamento em alcenos), RMN de 13C, técnicas bidimensionais, espectros de produtos naturais, resolução de exercícios

 

BIBLIOGRAFIA:

  • Silverstein, R.M et al. Identificação espectrométrica de Compostos Orgânicos, 7º Edição. Rio de Janeiro Guanabara , Koogan, , 2006.
  • Pavia, D.L. et al. Introdução a espectroscopia. 1º edição. Tradução da 4º edição norte-americana. Cencage Learning. 2010.
  • Sanders, J.K.M.; Hunter, B.K. Modern NMR Spectroscopy. 2º ed. New York- USA. Oxford University 1994.
  • Shriner, R.L. et al. The systematic identification of organic compounds. 6th New York-USA. Library of Congress Cataloging in publication data. 1988.
    Sanders, J.K.M. et al. Modern NMR Spectroscopy. 2nd ed. New York-USA. Oxford University Press, 1994.
  • Hore, P.J. Nuclear Magnetic Resonance. 1st Oxford University Press, 1995.
  • Kaiser, C. R. RMN 2D: Detecção Inversa e Gradiente de Campo na Determinação Estrutural de Compostos Orgânicos, Química Nova, v.23, n.2, p. 231 – 236, 2000
  • Harris, R.K. Nuclear Magnetic Resonance Spectroscopy. Longman Scientific and Tecnical, England. 1994.

MÉTODOS ESPECTROSCÓPICOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS: IV, UV E EM


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FÁRMACOS E MEDICAMENTOS

CARGA HORÁRIA: 45 HORAS  /  CRÉDITOS:  03

PLANO DE CURSO

EMENTA:

 

Introdução a espectroscopia do infravermelho, identificação de grupos funcionais por IV, espectroscopia de ultravioleta, espectropia de massas.

BIBLIOGRAFIA:

  • SILVERSTEIN, R.M. et al. Identificação espectrométrica de Compostos Orgânicos, 7. ed. Rio de Janeiro: Koogan, 2006.
  • MCLAFERTY, F.W.; TURECK, F. Interpretation of mass spectra. 4.ed. Sausalito: University Science Books, 1993.
  • PAVIA, D.L. et al. Introdução a espectroscopia. 1.ed. Tradução da 4ª edição norte-americana. Cencage Learning, 2010.
  • SHRINER, R.L. et al. The systematic identification of organic compounds. 6.ed. New York-USA. Library of Congress Cataloging in publication data, 1988.

SANDERS, J.K.M. et al. Modern NMR Spectroscopy. 2. ed. New York-USA. Oxoford University Press, 1994.

MÉTODOS DE PREPARO DE AMOSTRAS


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FÁRMACOS E MEDICAMENTOS

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS.  CRÉDITOS: 02

Obrigatória: Não

PLANO DE CURSO

EMENTA: 

Fundamentar sobre preparo de amostras orgânicas e inorgânicas para análise química. Fundamentar sobre a natureza e as concentrações dos elementos, sobre a abrangência de métodos de preparo, sobre a escolha do método mais adequado, ressaltando a transformação substancial das espécies químicas para uma forma apropriada para sofrer a aplicação dos métodos analíticos de análise qualitativos e quantitativos, bem como a sua representatividade em termos de repetibilidade e reprodutibilidade. 

Bibliografia

  1. KRUG, F.J. Métodos de Preparo de Amostras. Ed PIRACICABA, 340p. 2008.
  2. HOENIG, M., Preparation steps in environmental trace element analysis – facts and traps. Talanta, Amsterdam, v.54, p.1021-1038, 2001.
  3. HOENIG, M.; KERSABIEC, A.M.. Sample preparation steps for analysis by atomic spectroscopy methods: present satus. Spectrochimica Acta, Part B Amsterdam, v.51. p.1297-1307, 1996.
  4. KINGSTON, H.M.; HASWELL S.J., editors. Microwave-Enhanced Chemistry – Fundamentals, Sample Preparation and Applications. ACS Professional Reference Book, Washington, 772p, 1997.
  5. KINGSTON, H.M., JASSIE, L.B., editors. Introduction to Microwave Sample Preparation – Theory and Practice. ACS Professional Reference Book. Washington, 1988. 263p. KRUG, F. J., ed. III.
  6. NÓBREGA, J.A., NOGUEIRA, A.R.A., TREVIZAN, L.C., ARAÚJO, G.C.L., Focused-microwave-assisted strategies for sample preparation. Spectrochymica Acta B, Amsterdam, v. 57(12) p. 1855-1876, 2002.

MICROSCOPIA ELETRÔNICA APLICADA À BIOLOGIA


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FÁRMACOS E MEDICAMENTOS

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS     –  CRÉDITOS:   02

PLANO DE CURSO

EMENTA: 

A disciplina de microscopia eletrônica aplicada à biologia propicia condições para que os acadêmicos posa utilizar esta ferramenta em sua atividades de pesquisa, além de adquirir conhecimentos sobre a ultra-estrutura celular. Técnicas básicas, citoquímica e técnicas especiais serão os grandes temas abordados.

BIBLIOGRAFIA: 

  • Bozzola, J.J. & Russel, L.D, 1992. Electron Microscopy: Principles and Techniques for Biologists.
  • Dykstra M. J., Reuss L. E., 2003. Biological Electron Microscopy: Theory, Techniques, and Troubleshooting.
  • Wanderley S., 2007. Técnicas básicas de microscopia eletrônica aplicadas às ciências biológicas. Sociedade Brasileira de Microscopia Eletrônica.

ORIENTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FÁRMACOS E MEDICAMENTOS

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS   –    CRÉDITOS: 02

PLANO DE CURSO

EMENTA:

Objetivo: Orientar o aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas no acesso, uso, organização e citação da informação especializada, técnica e científica em ciências farmacêuticas e áreas afins de modo que as informações compiladas possam ser adequadamente divulgadas nas dissertações do programa e nos artigos científicos.

Ementa: Introdução. Critérios de avaliação da comunicação científica. Bases de dados em comunicação e informação científica. Estruturação e apresentação de trabalhos acadêmicos. Citações de documentos. Normalização bibliográfica. Exemplos. Aplicações.

BIBLIOGRAFIA:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 7p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 15p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 12p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: referências bibliográficas. Rio de Janeiro, 2002. 24p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento: apresentação. Rio de Janeiro, 2012. 8p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2012. 7p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 2p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034: informação e documentação: índice: apresentação. Rio de Janeiro, 2004. 8p.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 61p.

INTERNATIONAL COMMITTEE OF MEDICAL JOURNAL EDITORS. Uniform requirements for manuscripts submitted to biomedical journals: writing and editing for biomedical publication. Journal of Pharmacology and Pharmacotherapeutics, v. 1, n. 1, p.42-58, 2010.

NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH. National Library of Medicine. Citing medicine: the NLM style guide for authors, editors, and publishers. 2. ed. Bethesda: National Library of Medicine, 2007. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK7256/. Acesso em: 15 jul. 2015.

NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH. National Library of Medicine. PubMed.gov. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed. Acesso em: 16 jul. 2015.