{"id":21,"date":"2012-08-28T14:47:36","date_gmt":"2012-08-28T14:47:36","guid":{"rendered":"http:\/\/pos-graduacao.ascom.uepb.edu.br\/ppgs\/?page_id=21"},"modified":"2024-05-28T16:54:55","modified_gmt":"2024-05-28T16:54:55","slug":"disciplinas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/pos-graduacao.uepb.edu.br\/ppgss\/disciplinas\/","title":{"rendered":"Disciplinas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]Total de Cr\u00e9ditos para Titula\u00e7\u00e3o: 28<br \/>\nDisciplinas: 5 obrigat\u00f3rias e 02 eletivas<br \/>\nTese\/Disserta\u00e7\u00e3o: 6 cr\u00e9ditos<br \/>\nVagas por Sele\u00e7\u00e3o: At\u00e9 15 alunos[\/vc_column_text][vc_tta_accordion title_tag=&#8221;h3&#8243; section_title_tag=&#8221;h2&#8243; style=&#8221;modern&#8221; c_icon=&#8221;triangle&#8221; active_section=&#8221;&#8221; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;Metodologia da Pesquisa&#8221; tab_id=&#8221;1716914691372-82c77d20-e694&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: Sim<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCr\u00e9ditos: 04<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nA quest\u00e3o da Teoria e do M\u00e9todo: o m\u00e9todo como elemento de constru\u00e7\u00e3o te\u00f3rica. O conhecimento e a pesquisa cient\u00edfica nas ci\u00eancias humanas e sociais. O processo de pesquisa e os pressupostos epistemol\u00f3gicos, te\u00f3ricos e t\u00e9cnicos. O processo da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e a constru\u00e7\u00e3o do objeto de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>Bibliografia b\u00e1sica:<\/p>\n<p>KOSIK, K. Dial\u00e9tica do Concreto. (trad. De C\u00e9lia Neves e Alderico Tor\u00edbio). 2a. Ed.<br \/>\nRio de Janeiro: Paz e Terra, 1976 (reimpress\u00e3o: 2002).<\/p>\n<p>MARX, K. Mis\u00e9ria da Filosofia. S\u00e3o Paulo: Martin Claret, 2008.<\/p>\n<p>MARX, Karl. ENGELS, F. A Ideologia Alem\u00e3: (Feuerbach). 5. ed. (Trad. de Jos\u00e9 C. Bruni e Marcos A. Nogueira). S\u00e3o Paulo, Hucitec, 1986.<\/p>\n<p>MARX, K. Para a Cr\u00edtica da Economia Pol\u00edtica. S\u00e3o Paulo: Abril cultural, (cole\u00e7\u00e3o os Economistas), 1982.<\/p>\n<p>TONET, I. Pluralismo Metodol\u00f3gico: falso caminho. In: Democracia ou Liberdade? Macei\u00f3: EDUFAL, 1997.<\/p>\n<p>TONET, Ivo. M\u00e9todo cient\u00edfico: uma abordagem ontol\u00f3gica. S\u00e3o Paulo: Instituto Lucaks, 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Bibliografia complementar sugerida:<\/p>\n<p>ANDERY, M. A. e outras. Para compreender a ci\u00eancia. S\u00e3o Paulo: EDUC, 2001.<\/p>\n<p>BEHRING, E. R.; BOSCHETTI, I. Pol\u00edtica Social: fundamentos e hist\u00f3ria. (Biblioteca b\u00e1sica do Servi\u00e7o Social \u2013 vol 2). S\u00e3o Paulo: Cortez, 2006.<\/p>\n<p>BOURGUIGNON, J. A. (org.). Pesquisa Social: reflex\u00f5es te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas. Ponta Grossa, PR: Editora Toda palavra, 2009.<\/p>\n<p>CHAGAS, Eduardo F. O m\u00e9todo dial\u00e9tico de marx: investiga\u00e7\u00e3o e exposi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica do objeto. Disp\u00f3n\u00edvel em: http:\/\/www.ifch.unicamp.br\/formulario_cemarx\/selecao\/2012\/trabalhos\/6520_Chagas_E duardo.pdf acesso: set.2013.<\/p>\n<p>COUTINHO. Carlos Nelson. O Estruturalismo e a mis\u00e9ria da raz\u00e3o. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1972.<\/p>\n<p>DEMO, P. Pesquisa: princ\u00edpio cient\u00edfico e educativo. 2a. Ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1991.<\/p>\n<p>DEMO, P. Cuidado metodol\u00f3gico: signo crucial da qualidade. In: Revista Estado e Sociedade. V. I No1. Bras\u00edlia: Departamento de Sociologia da UnB, 1986.<\/p>\n<p>GRAMSCI, Ant\u00f4nio. Concep\u00e7\u00e3o Dial\u00e9tica da Hist\u00f3ria. 6. ed. (Trad. Do italiano por Carlos Nelson Coutinho), Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 1986.<\/p>\n<p>GUERRA, Yolanda. Investiga\u00e7\u00e3o social e servi\u00e7o social: novos processos de produ\u00e7\u00e3o do conhecimento. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.ts.ucr.ac.cr\/binarios\/congresos\/reg\/slets\/slets-016-145.pdf Acesso: set.2013.<\/p>\n<p>LOWY, Michael. As aventuras de Karl Marx contra o Bar\u00e3o de Miinchhausen: marxismo e positivismo na sociedade de conhecimento. (Trad. de J. Guimar\u00e3es, Suzanne F. L\u00e9wy). 2. ed. S\u00e3o Paulo: Busca Vida, 1988.<\/p>\n<p>LOWY, Michael. M\u00e9todo Dial\u00e9tico e Teoria Pol\u00edtica. 2. ed. (Trad. Reginaldo di Piero), Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.NETTO, Jos\u00e9 Paulo. Introdu\u00e7\u00e3o ao m\u00e9todo da teoria social. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2010.<\/p>\n<p>TEIXEIRA, F e FREDEREICO, C. Marx, Weber e o marxismo weberiano. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2010.<\/p>\n<p>VASQUEZ, Adolfo S\u00e1nchez. Filosofia da Pr\u00e1xis (Trad. Luiz F.Cardoso), S\u00e3o Paulo: Paz e Terra, 1986.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Fundamentos S\u00f3cio-Hist\u00f3ricos do Servi\u00e7o Social&#8221; tab_id=&#8221;1716914691402-86ee220c-14e7&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria:Sim<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria:60<br \/>\nCr\u00e9ditos:4<\/p>\n<p>Ementa:O significado s\u00f3cio-hist\u00f3rico da profiss\u00e3o e a compreens\u00e3o do Servi\u00e7o Social como especializa\u00e7\u00e3o do trabalho coletivo. An\u00e1lise das tend\u00eancias te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas no Servi\u00e7o Social brasileiro e suas influ\u00eancias na produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica contempor\u00e2nea. O debate contempor\u00e2neo no processo de forma\u00e7\u00e3o profissional, no projeto \u00e9tico-pol\u00edtico e as perspectivas e desafios postos ao Servi\u00e7o Social.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>MODULO 1<\/p>\n<p>O processo de emerg\u00eancia e profissionaliza\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o Social Brasileiro, seu movimento hist\u00f3rico e te\u00f3rico na sociedade contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p>Emerg\u00eancia e profissionaliza\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o Social;<\/p>\n<p>O capitalismo monopolista, a quest\u00e3o social e a emerg\u00eancia do Servi\u00e7o Social como profiss\u00e3o;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica brasileira sobre os fundamentos do trabalho do assistente social.<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS:<\/p>\n<p>IAMAMOTO, Marilda; CARVALHO, Raul. Rela\u00e7\u00f5es sociais e servi\u00e7o social no Brasil \u2013 Esbo\u00e7o de uma interpreta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rico-metodol\u00f3gica. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Cortez \/CELATS, 1982. (Parte 1 Cap\u00edtulo II p. 71-123)<\/p>\n<p>__________. Renova\u00e7\u00e3o e conservadorismo no servi\u00e7o social &#8211; ensaios cr\u00edticos. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1992. (Cap\u00edtulo 2 p.54-102)<\/p>\n<p>__________. Servi\u00e7o Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e quest\u00e3o social. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2007. (Cap.III p.209-334)<\/p>\n<p>MONTA\u00d1O, Carlos. A natureza do Servi\u00e7o Social: um ensaio sobre a sua g\u00eanese, a \u201cespecificidade\u201d e sua reprodu\u00e7\u00e3o. 2\u00aa Ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2011. (Cap\u00edtulo I p. 17-68)<\/p>\n<p>NETTO, Jos\u00e9 Paulo. Capitalismo Monopolista e Servi\u00e7o Social. S\u00e3o Paulo, Cortez, 1992. (Cap\u00edtulo 1 p. 19-85)<\/p>\n<p>_____________ . Ditadura e Servi\u00e7o Social. S\u00e3o Paulo, Cortez, 1995. (Cap\u00edtulo 2 p. 115-164)<\/p>\n<p>_____________ . O movimento de reconceitua\u00e7\u00e3o 40 anos depois. Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade, n\u00ba 84, S\u00e3o Paulo: Cortez, 2005. (p. 5-20).<\/p>\n<p>ORTIZ, F\u00e1tima G. O Servi\u00e7o Social no Brasil: os fundamentos de sua imagem social e autoimagem de seus agentes. Rio de Janeiro: E-papers, 2010. (Cap\u00edtulo I p. 21-86)<\/p>\n<p>VIEIRA, Balbina O. A hist\u00f3ria do Servi\u00e7o Social: contribui\u00e7\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de sua teoria. 3\u00aa ed. Rio de Janeiro: Agir, 1980.(p. 13-24)<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS COMPLEMENTARES PARA SEMIN\u00c1RIOS<\/p>\n<p>ABREU, Marina Maciel. Servi\u00e7o social e a organiza\u00e7\u00e3o da cultura: perfis pedag\u00f3gicos da pr\u00e1tica profissional. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2002.<\/p>\n<p>COSTA, Suely Gomes. A inven\u00e7\u00e3o de tradi\u00e7\u00f5es: a prote\u00e7\u00e3o social e os cursos de gradua\u00e7\u00e3o em Servi\u00e7o Social. Servi\u00e7o Social &amp; Sociedade. S\u00e3o Paulo: Cortez, ano XVI, n. 48, p 58-68, ago. 1995.<\/p>\n<p>FALEIROS, Vicente de Paula. A pol\u00edtica social no Estado capitalista. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1980.<\/p>\n<p>______________________ . O que \u00e9 pol\u00edtica social. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1986.<\/p>\n<p>______________________ . Saber profissional e poder institucional. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1987.<\/p>\n<p>______________________ . Confrontos te\u00f3ricos do movimento de reconceitua\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o social na Am\u00e9rica Latina. Revista Servi\u00e7o Social &amp;Sociedade, n\u00ba 24, S\u00e3o Paulo: Cortez, Ano VIII,1987.<\/p>\n<p>IAMAMOTO, Marilda; CARVALHO, Raul. Rela\u00e7\u00f5es sociais e servi\u00e7o social no Brasil \u2013 Esbo\u00e7o de uma interpreta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rico-metodol\u00f3gica. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Cortez \/CELATS, 1982. (Parte 1 Cap\u00edtulo II p. 71-123)<\/p>\n<p>MARTINELLI, Maria Lucia. Servi\u00e7o social: identidade e aliena\u00e7\u00e3o. 3 edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1993.<\/p>\n<p>NETTO, Jos\u00e9 Paulo. Capitalismo Monopolista e Servi\u00e7o Social. S\u00e3o Paulo, Cortez, 1992. (Cap\u00edtulo 2 p. 83-162)<\/p>\n<p>YAZBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assist\u00eancia social. 3 edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1993.<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS COMPLEMENTARES<\/p>\n<p>FALEIROS, Vicente de Paula. Confrontos te\u00f3ricos do movimento de reconceitua\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o social na Am\u00e9rica Latina. Revista Servi\u00e7o Social &amp;Sociedade, n\u00ba 24, S\u00e3o Paulo: Cortez, Ano VIII,1987.<\/p>\n<p>MANDEL, Ernest. Capitalismo tardio. S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, 1982.<\/p>\n<p>MARX, Karl. Divis\u00e3o do trabalho e manufatura. O Capital, Livro 1 e Volume 1. 26\u00b0 edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2008. (p. 405-414)**<\/p>\n<p>NETTO, Jos\u00e9 Paulo; BRAZ, Marcelo. Economia pol\u00edtica: uma introdu\u00e7\u00e3o cr\u00edtica. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2006. (Cap. 8)<\/p>\n<p>SANTOS, Josiane Soares. Quest\u00e3o Social: particularidades no Brasil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2012. (Cap. 3 e 4)<\/p>\n<p>YAZBEK, Carmelita. O Servi\u00e7o Social como especializa\u00e7\u00e3o do trabalho coletivo. In Servi\u00e7o Social: Direitos Sociais e Compet\u00eancias Profissionais. Curso de Especializa\u00e7\u00e3o \u00e0 Dist\u00e2ncia CFESS\/ ABEPSS\/ 2009.<\/p>\n<p>_______________. Fundamentos hist\u00f3ricos e te\u00f3rico-metodol\u00f3gicos do Servi\u00e7o Social. In.: CFESS. Servi\u00e7o Social: direitos sociais e compet\u00eancias profissionais. Bras\u00edlia: CFESS\/ABEPSS, 2009.<\/p>\n<p>MODULO 2<\/p>\n<p>As matrizes do pensamento social que se expressam no arcabou\u00e7o te\u00f3rico-metodol\u00f3gico da profiss\u00e3o<\/p>\n<p>O pensamento conservador, a influ\u00eancia positivista e sua presen\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica do Servi\u00e7o Social.<\/p>\n<p>A teoria marxiana e o marxismo \u2013 da ruptura com a heran\u00e7a conservadora na profiss\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do conhecimento.<\/p>\n<p>O pensamento p\u00f3s-moderno, o neoconservadorismo e suas inflex\u00f5es no Servi\u00e7o Social;<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS<\/p>\n<p>COMTE, Augusto. Curso de filosofia positiva, discurso sobre o esp\u00edrito positivo, catecismo positivista. S\u00e3o Paulo, Nova Cultural, 1988. (Os Pensadores)<\/p>\n<p>COUTINHO, Carlos Nelson. O estruturalismo e a mis\u00e9ria da raz\u00e3o. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2010. (Capitulo 1 p. 21-60)<\/p>\n<p>DURKHEIM, Emile. As regras do m\u00e9todo sociol\u00f3gico. Os pensadores. S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, 1978.<\/p>\n<p>HARVEY, David. Condi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-moderna. 4 ed. S\u00e3o Paulo: Loyola, 1994. (p.21-44)<\/p>\n<p>IAMAMOTO, Marilda; Renova\u00e7\u00e3o e conservadorismo no servi\u00e7o social &#8211; ensaios cr\u00edticos. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1992. . (Cap\u00edtulo I p. 17-53)<\/p>\n<p>LYOTARD, Jean-Fran\u00e7ois. A condi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-moderna. 12\u00aa ed. Rio de Janeiro: Editora Jos\u00e9 Olympio, 2009. (p.vii-xvii; p. 3-34)<\/p>\n<p>L\u00d6WY, Michel. As aventuras de Karl Marx contra o Bar\u00e3o de Muchah\u00fcssen. Marxismo e Positivismo na Sociologia do Conhecimento. S\u00e3o Paulo, Busca Vida, 1987. (Cap\u00edtulo I p. 15-62)<\/p>\n<p>MARX, Karl. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Os Pensadores. S\u00e3o Paulo, 1978 (p. 100-123)<\/p>\n<p>NETTO, Leila Escorsim. O conservadorismo cl\u00e1ssico: elementos de caracteriza\u00e7\u00e3o e cr\u00edtica. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2011. . (Cap\u00edtulo 1 e 3)<\/p>\n<p>NETTO, Jos\u00e9 Paulo. \u201cRaz\u00e3o, ontologia e pr\u00e1xis\u201d. Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade. N 44, Ano XV. S\u00e3o Paulo, 1994<\/p>\n<p>_______________. Servi\u00e7o Social e tradi\u00e7\u00e3o marxista. Servi\u00e7o Social e Sociedade no 30. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1989.<\/p>\n<p>_____________ . Ditadura e Servi\u00e7o Social. S\u00e3o Paulo, Cortez, 1995. (Cap\u00edtulo 2 p. 247-308)<\/p>\n<p>PAULA, Jo\u00e3o Ant\u00f4nio de. A produ\u00e7\u00e3o do conhecimento em Marx. IN: Cadernos ABESS , n.\u00ba 5, S\u00e3o Paulo: Cortez, 1992.(p.17-42)<\/p>\n<p>QUIROGA, Consuelo. A invas\u00e3o positivista no marxismo: manifesta\u00e7\u00f5es no ensino da metodologia no Servi\u00e7o Social. S\u00e3o Paulo: Cortez , 1991.<\/p>\n<p>SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela m\u00e3o de Alice \u2013 o social e o pol\u00edtico na p\u00f3s-modernidade. 10\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2005. ( p. 23-49)<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS COMPLEMENTARES:<\/p>\n<p>MARX, Karl. A maquinaria e a ind\u00fastria moderna. O capital. Livro 1 , Volume I. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2008.<\/p>\n<p>NETTO, Jos\u00e9 Paulo. A cr\u00edtica conservadora \u00e0 reconceptualiza\u00e7\u00e3o. Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade n\u00ba 5. S\u00e3o Paulo, Cortez, 1981.<\/p>\n<p>__________ . Notas sobre marxismo e Servi\u00e7o Social, suas rela\u00e7\u00f5es no Brasil e a quest\u00e3o de seu ensino. IN: Cadernos ABESS , n.\u00ba 4, Cortez, S\u00e3o Paulo, 1991.<\/p>\n<p>SANTOS, Josiane S. P\u00f3s-modernidade, neoconservadorismo e servi\u00e7o social. Temporalis. Ano V, n10, jul\/dez 2005. Recife: EDUFPE, 2006.\u00a0Revista Temporalis n \u00b0 10<\/p>\n<p>MODULO 3<\/p>\n<p>O debate contempor\u00e2neo no processo de forma\u00e7\u00e3o profissional, no projeto \u00e9tico-pol\u00edtico e as perspectivas e desafios postos ao Servi\u00e7o Social.<\/p>\n<p>a) Crise estrutural do capital, as transforma\u00e7\u00f5es societ\u00e1rias e o Servi\u00e7o Social;<\/p>\n<p>b) Os 80 anos da profiss\u00e3o no Brasil e os desafios atuais;<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS:<\/p>\n<p>GUERRA, Yolanda. A forma\u00e7\u00e3o profissional frente aos desafios da interven\u00e7\u00e3o e das atuais configura\u00e7\u00f5es do ensino p\u00fablico, privado e a dist\u00e2ncia. Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade. N\u00ba 104, out.\/dez. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2010.<\/p>\n<p>_____________ . \u201cA for\u00e7a hist\u00f3rico-ontol\u00f3gica e cr\u00edtico-anal\u00edtico dos fundamentos\u201d. In: Revista Praia Vermelha: Estudos de Pol\u00edtica e Teoria Social, n. 10, Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Servi\u00e7o Social, UFRJ, Rio de Janeiro, 2004.<\/p>\n<p>IAMAMOTO, Marilda. Servi\u00e7o Social na Cena Contempor\u00e2nea. IN Servi\u00e7o Social: Direitos Sociais e Compet\u00eancias Profissionais. Curso de Especializa\u00e7\u00e3o \u00e0 Dist\u00e2ncia CFESS\/ ABEPSS\/ 2009.<\/p>\n<p>___________. O Servi\u00e7o Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e quest\u00e3o social. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2007.<\/p>\n<p>NETTO, Jos\u00e9 Paulo. A face contempor\u00e2nea da barb\u00e1rie. In: COSTA, G.; SOUZA, R. O social em perspectiva: pol\u00edticas, trabalho, servi\u00e7o social. Macei\u00f3: EDUFAL, 2013. (p. 11-46).<\/p>\n<p>MOTA, Ana Elizabete. O Servi\u00e7o Social brasileiro: profiss\u00e3o e \u00e1rea do conhecimento. Revista Katalysis, vol. 16, 2013. ( 17- 27).<\/p>\n<p>MOTA, Ana Elizabete; AMARAL, \u00c2ngela (orgs.). Servi\u00e7o Social brasileiro nos anos 2000: cen\u00e1rios, pelejas e desafios. Recife: Editora UFPE, 2014. (p. 23-44)<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS COMPLEMENTARES<\/p>\n<p>CHESNAIS, Fran\u00e7oais. Uma nova fase do capitalismo. S\u00e3o Paulo: Xam\u00e3, 2003.<\/p>\n<p>SIMIONATO, Ivete. As express\u00f5es ideoculturais da crise da crise capitalista da atualidade. Programa de capacita\u00e7\u00e3o continuada para assistentes sociais \u2013 M\u00f3dulo I. Bras\u00edlia: UNB, 1999.<\/p>\n<p>NETTO, Jos\u00e9 Paulo. Transforma\u00e7\u00f5es societ\u00e1rias e Servi\u00e7o Social: notas para uma an\u00e1lise prospectiva da profiss\u00e3o no Brasil. Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade, n. 50, ano XVII. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1996.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Estado, Direitos Sociais e Pol\u00edtica Social&#8221; tab_id=&#8221;1716914794201-5b6debf8-2c86&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: Sim<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nOrigem, natureza e fun\u00e7\u00e3o social do Estado. Capitalismo monopolista, emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, direitos sociais e pol\u00edtica social. Padr\u00f5es anal\u00edticos da prote\u00e7\u00e3o social no mundo capitalista. Particularidade da pol\u00edtica social no Brasil. Constru\u00e7\u00e3o do sistema de seguridade social no Brasil. Crise capitalista, Reforma do Estado e pol\u00edticas sociais.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>BARROCO. L. A historicidade dos direitos humanos. In: \u00c9tica e Direitos: ensaios cr\u00edticos (Orgs) FORTI, V. e GUERRA, Y. 2 Edi\u00e7\u00e3o revisada, Rio de Janeiro, Lumen Juris, 2010.<\/p>\n<p>BEHRING, E. R. O Capitalismo Tardio: a crise do capital decifrada. In: Pol\u00edtica Social no capitalismo Tardio: Cortez, 1998.<br \/>\nDIAS, E. Cidadania e Racionalidade de Classe. In: Universidade e Sociedade, n\u00ba 11, ano VI, junho de 1996.<\/p>\n<p>BEHRING, E. e SANTOS. S. Quest\u00e3o Social e Direitos Sociais: In: Servi\u00e7o Social: Direitos e Compet\u00eancias profissionais. Bras\u00edlia: CFESS\/ABEPSS, 2009.<\/p>\n<p>BOSCHETTI, I. Os custos da crise para a Pol\u00edtica Social. In: Capitalismo em Crise: pol\u00edtica social e\u00a0 direitos.\u00a0 BOSCHETTI, I. (et al). (Orgs.). S\u00e3o Paulo: Cortez, 2010<\/p>\n<p>CASTELO, R. O novo desenvolvimentismo e a decad\u00eancia\u00a0 ideol\u00f3gica do pensamento econ\u00f4mico brasileiro. Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade, n 112, S\u00e3o Paulo, Cortez,<\/p>\n<p>CASTELO, R. O Social-liberalismo: auge e crise da supremacia\u00a0 burguesa na era neoliberal. 1\u00aa Ed. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2013.<\/p>\n<p>COUTINHO, C. N. Notas sobre cidadania e modernidade. In: Contra a Corrente: ensaios sobre democracia e socialismo. Ed Cortez, S\u00e3o Paulo , 2000.<\/p>\n<p>DAVI, J. et al. A seguridade Social em tempos de crise do capital: o desmonte de seu or\u00e7amento. In Revista Ser Social, v\u00ba. 12, n\u00ba. 26, jan\/jun 2010.<\/p>\n<p>DIAS, E. Cidadania e Racionalidade de Classe. In: Universidade e Sociedade, n\u00ba 11, ano VI, junho de 1996.<\/p>\n<p>GON\u00c7ALVES, R. Redu\u00e7\u00e3o da desigualdade da renda no governo Lula: an\u00e1lise comparativa. In: SALVADOR, E.\u00a0 et\u00a0 al (Orgs).\u00a0 Financeiriza\u00e7\u00e3o, Fundo P\u00fablico e Pol\u00edtica Social.\u00a0 S\u00e3o Paulo : Cortez, 2012.<\/p>\n<p>GON\u00c7ALVES, R. Novo denvolvimentismo e liberalismo enraizado. Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade, n\u00ba 112. S\u00e3o Paulo Cortez.<\/p>\n<p>GUERRA, Y. Direitos Sociais e Sociedade de Classes: o Discurso do Direito a ter direitos. In: \u00c9tica e Direitos: ensaios cr\u00edticos (Orgs) FORTI, V. e GUERRA, Y. 2 Edi\u00e7ao revisada, Sao Paulo, Lumen Juris, 2010.<\/p>\n<p>HUBERMAN, L. \u201cEu anexaria os Planetas, se Pudesse&#8230;\u201d In: Hist\u00f3ria da Riqueza do homem. . 21 ed. Editora Guanabara, 1986.<\/p>\n<p>IAMAMOTO, M.V. Servi\u00e7o Social em tempo de capital fetiche: capital\u00a0financeiro, trabalho e quest\u00e3o social. S\u00e3o Paulo : Cortez, 2007.\u00a0(p. 105-142)<\/p>\n<p>IAMAMOTO, M. V. Estado, classes trabalhadoras e pol\u00edtica social no Brasil. In: Pol\u00edtica Social no Capitalismo: Tend\u00eancias contempor\u00e2neas. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2008, p. 13- 43.<\/p>\n<p>IASI. M. L. O direito e a luta pela emancipa\u00e7\u00e3o humana. In: Direitos Humanos e Servi\u00e7o Social: pol\u00eamicas, Debates e Embates. Colet\u00e2nea Nova de Servi\u00e7o Social.\u00a0(Orgs) FORTI, V. e GUERRA, Editora Lumen Juris, Rio de Janeiro, 2011.<\/p>\n<p>LENIN, V. I. Imperialismo, est\u00e1gio superior do capitalismo. 1 ed. &#8211; S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2012.<\/p>\n<p>MANDEL, E. O Estado na Fase do Capitalismo Tardio. In: O Capitalismo Tardio. Trad. Carlo Eduardo S. Matos et al. S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, 1982, p. 333 a 350. (Os economistas).<\/p>\n<p>MARX, K. O capital: cr\u00edtica da economia pol\u00edtica: Livro 1 \/ Volume 2. Cap. XXIII &#8211; A Lei Geral da Acumula\u00e7\u00e3o Capitalista. 18\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2002.<\/p>\n<p>MARX, K. Para a quest\u00e3o judaica. Tradu\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Barata. 1\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2009<\/p>\n<p>MARX, K. \u201cGlosas Cr\u00edticas Marginais ao artigo \u201cO Rei da Pr\u00fassia e a Reforma Social\u201d de um Prussiano.\u201d 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo, 2010.<\/p>\n<p>MOTA, A. E. A centralidade da assist\u00eancia social na seguridade social brasileira nos anos 2000. In: O Mito da Assist\u00eancia Social: ensaios sobre Estado, Pol\u00edtica e Sociedade. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2008, p. 133 a 146.<\/p>\n<p>MOTA, A. E. Redu\u00e7\u00e3o da pobreza e aumento da desigualdade: um desafio te\u00f3rico- pol\u00edtico para o servi\u00e7o social brasileiro. In: Desenvolvimentismo e constru\u00e7\u00e3o de hegemonia: crescimento econ\u00f4mico e reprodu\u00e7\u00e3o da desigualdade. MOTA, A. E. (Org.). S\u00e3o Paulo : Cortez, 2012.<\/p>\n<p>NETTO, J. P. O Imperialismo. In: Economia Pol\u00edtica: uma introdu\u00e7\u00e3o cr\u00edtica. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2007, p. 168-206.<\/p>\n<p>NETTO, J. P. Cinco notas sobre a quest\u00e3o social. In: Revista Temporalis. Ano 2, n.3 (jan\/jul.2001). Bras\u00edlia: ABEPSS, Grafline, 2001.<\/p>\n<p>NETTO, J. P. \u00a0Crise Capitalista e Consequ\u00eancias societ\u00e1rias. Servi\u00e7o Social e Sociedade, S\u00e3o Paulo, n. 111, p. 413-429, jul.\/set. 2012<\/p>\n<p>NETTO, J. P. Uma face contempor\u00e2nea da barb\u00e1rie. Dispon\u00edvel em: http:\/\/oficial.blog.br\/22708\/uma-face-contemporanea-da-barbarie\/[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Quest\u00e3o Social e Servi\u00e7o Social&#8221; tab_id=&#8221;1716914818314-df949fb3-9727&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<\/p>\n<p>Fundamentos hist\u00f3rico-ontol\u00f3gicos de Quest\u00e3o Social no modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista. Produ\u00e7\u00e3o e Reprodu\u00e7\u00e3o das express\u00f5es da Quest\u00e3o Social. Debate te\u00f3rico contempor\u00e2neo acerca da Quest\u00e3o Social. Particularidades de express\u00f5es de Quest\u00e3o Social no Brasil, nas principais \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o Social.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>M\u00d3DULO 1 \u2013 A ontologia da Quest\u00e3o Social no processo de produ\u00e7\u00e3o capitalista.<\/p>\n<p>MARX, K. O capital: cr\u00edtica da economia pol\u00edtica: Livro 1\/Cap. 24 &#8211; A assim chamada Acumula\u00e7\u00e3o Primitiva. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013.<\/p>\n<p>MARX, Karl. Cr\u00edtica da Economia Pol\u00edtica. Livro 1. Cap\u00edtulo XXIII \u2013 A Lei Geral da Acumula\u00e7\u00e3o Capitalista. pp. 689-723. S\u00e3o Paulo: Boitempo Editorial, Mar\u00e7o 2013.<\/p>\n<p>SANTOS, J.S. Elementos para entender a concep\u00e7\u00e3o e a g\u00eanese da \u201cquest\u00e3o social\u201d. In: \u201cQuest\u00e3o Social\u201d: particularidades no Brasil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2012.<\/p>\n<p>MESZ\u00c1ROS, Istv\u00e1n. Para Al\u00e9m do Capital. S\u00e3o Paulo: Editora Boitempo, 2011. pp.216-310.<\/p>\n<p>IAMAMOTO, Marilda Vilela. Servi\u00e7o Social em Tempo de Capital Fetiche. S\u00e3o Paulo: Cortez Editora, 2012. 7\u00aa ed. pp.105-195.<\/p>\n<p>NETTO, J. P. Cinco notas sobre a quest\u00e3o social. In: Revista Temporalis. Ano 2, n.3 (jan\/jul.2001). Bras\u00edlia: ABEPSS, Grafline, 2001.<\/p>\n<p>M\u00d3DULO 2 \u2013 O debate contempor\u00e2neo acerca da Quest\u00e3o Social.<\/p>\n<p>PIMENTEL, Edilene. Cap\u00edtulo 4 \u201cQuest\u00e3o Social\u201d: Pontos e Contrapontos. In: Uma \u201cNova Quest\u00e3o Social\u201d? Ra\u00edzes Materiais e Humanos Sociais do Pauperismo de Ontem e Hoje. Macei\u00f3: EDUFAL, 2007. pp.133-165.<\/p>\n<p>ROSANVALLON, Pierre. A Nova Quest\u00e3o Social. Cole\u00e7\u00e3o Pensamento Social-Democrata. Bras\u00edlia: Instituto Teot\u00f4nio Vilela, 1998. pp.11-27.<\/p>\n<p>SEN, A. Desenvolvimento como liberdade. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2000.<\/p>\n<p>CASTELO, R.A Ideologia do Social-Liberalismo e seus Intelectuais. In:OSocial-Liberalismo: auge e crise da supremacia burguesa na era neoliberal. S\u00e3o Paulo: Editora Express\u00e3o Popular, 2013.<\/p>\n<p>CASTEL, Robert. As Metamorfoses da Quest\u00e3o Social Uma Cr\u00f4nica do Sal\u00e1rio. Petr\u00f3polis: Editora Vozes, 1998. pp.495-591.<\/p>\n<p>IAMAMOTO, M.V. Sociabilidade capitalista, quest\u00e3o social e Servi\u00e7o Social. In: Servi\u00e7o Social em tempo de Capital Fetiche. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2012.<\/p>\n<p>M\u00d3DULO 3 \u2013 O Servi\u00e7o Social e as express\u00f5es da Quest\u00e3o Social na contemporaneidade.<\/p>\n<p>SANTOS, J. S. Particularidades da \u201cquest\u00e3o social\u201d no Brasil. In: \u201cQuest\u00e3o Social\u201d: particularidades no Brasil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2012.<\/p>\n<p>SANTOS, J. S. Aproxima\u00e7\u00f5es \u00e0 \u201cquest\u00e3o social\u201d no Brasil contempor\u00e2neo. In: \u201cQuest\u00e3o Social\u201d: particularidades no Brasil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2012.<\/p>\n<p>SANTOS, J. S. Determinantes do desemprego nos anos 1980 e 1990. In: \u201cQuest\u00e3oSocial\u201d: particularidades no Brasil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2012.<\/p>\n<p>MOTA, Ana Elizabete et al. Servi\u00e7o Social e Sa\u00fade: Forma\u00e7\u00e3o e Trabalho Profissional. S\u00e3o Paulo: Cortez Editora, 2007. 2\u00aaed. Cap\u00edtulos 3, 4 e 5. pp. 167-242.<\/p>\n<p>MOTA, A. E. Redu\u00e7\u00e3o da pobreza e aumento da desigualdade: um desafio te\u00f3rico- pol\u00edtico para o servi\u00e7o social brasileiro. In: Desenvolvimentismo e constru\u00e7\u00e3o de hegemonia: crescimento econ\u00f4mico e reprodu\u00e7\u00e3o da desigualdade. MOTA, A. E. (Org.). S\u00e3o Paulo : Cortez, 2012.<\/p>\n<p>MARANH\u00c3O. C.H. Acumula\u00e7\u00e3o, trabalho e superpopula\u00e7\u00e3o: cr\u00edtica ao conceito de exclus\u00e3o social. : In:O Mito da Assist\u00eancia Social: ensaios sobre Estado, Pol\u00edtica e Sociedade. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2008,<\/p>\n<p>NETTO, J. P. Uma face contempor\u00e2nea da barb\u00e1rie. Dispon\u00edvel em: http:\/\/oficial.blog.br\/22708\/uma-face-contemporanea-da-barbarie\/<\/p>\n<p>SILVA, I.M.F. Servi\u00e7o Social e Quest\u00e3o Social: na escuta dos\/as contempor\u00e2neos. In: Quest\u00e3o Social e Servi\u00e7o Social no Brasil: fundamentos sociohist\u00f3ricos. Cuiab\u00e1: FAPEMAT\/ Editora da Universidade Federal do Mato Grosso,2008.<\/p>\n<p>TAVARES, M.A. SITCOVSKY. M. O car\u00e1ter provis\u00f3rio dos mecanismos de reprodu\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho. In: As ideologias da contrarreforma e o Servi\u00e7oSocial. Recife: Ed. Universit\u00e1ria da UFPE, 2010.<\/p>\n<p>SANTOS, J.S. Apontamentos sobre as tend\u00eancias ao enfrentamento do desemprego como express\u00e3o da \u201cquest\u00e3o social\u201d no Brasil contempor\u00e2neo In:.Quest\u00e3o Social\u201d: particularidades no Brasil. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2012.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Estudos de G\u00eanero&#8221; tab_id=&#8221;1716914819193-aed691e8-ef38&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: Sim<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<\/p>\n<p>Contextualizar o processo hist\u00f3rico de constitui\u00e7\u00e3o da categoria g\u00eanero e sua vincula\u00e7\u00e3o com o feminismo. Trajet\u00f3rias e circula\u00e7\u00e3o do conceito de g\u00eanero nas ci\u00eancias humanas. Aprofundamento das principais correntes conceituais da problem\u00e1tica do g\u00eanero e sua rela\u00e7\u00e3o com os estudos do poder, enfatizando prioritariamente as seguintes tend\u00eancias: o enfoque cl\u00e1ssico, as abordagens p\u00f3s-estruturais e os estudos p\u00f3s-coloniais.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>M\u00d3DULO I: INTRODU\u00c7\u00c3O \u00c0 DISCUSS\u00c3O CONCEITUAL DOS ESTUDOS DE G\u00caNERO<\/p>\n<p>&#8211; SORJ, Bila e HEILBORN, M. Luiza \u201cEstudos de g\u00eanero no Brasil\u201d, em S\u00e9rgio Miceli (org.) O que ler na ci\u00eancia social brasileira: 1970-1995. S\u00e3o Paulo: &#8211; Editora Sumar\u00e9, 1999<\/p>\n<p>GREGORI, Maria Filomena \u201cEstudos de g\u00eanero no Brasil: coment\u00e1rio cr\u00edtico\u201d, em S\u00e9rgio Miceli (org.) O que ler na ci\u00eancia social brasileira: 1970-1995. S\u00e3o Paulo: Editora Sumar\u00e9, 1999<\/p>\n<p>M\u00d3DULO II: DA QUEST\u00c3O MULHER AO ENFOQUE DE G\u00caNERO: AMBIVAL\u00caNCIAS E TENS\u00d5ES ENTRE O FEMINISMO POL\u00cdTICO E O ACAD\u00caMICO<\/p>\n<p>CORREA, Mariza \u201cDo feminismo aos estudos de g\u00eanero no Brasil: um exemplo pessoal\u201d, Cadernos Pagu, no.16, Campinas, 2001<\/p>\n<p>SORJ, Bila O Feminismo na encruzilhada da modernidade e p\u00f3s-modernidade. In COSTA, Albertina; BRUSCHINI, Cristina (org). Uma quest\u00e3o de g\u00eanero. S\u00e3o Paulo, Ed. Rosa dos Tempos\/FCC, Instituto de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas 1992, p.15-23<\/p>\n<p>M\u00d3DULO III: SEXO EST\u00c1 PARA A NATUREZA COMO G\u00caNERO PARA A CULTURA?<\/p>\n<p>RUBIN, Gayle. O tr\u00e1fico de mulheres: notas sobre a \u201ceconomia pol\u00edtica\u201d do sexo. Recife: SOS Corpo, 1993. (mimeo).<\/p>\n<p>SCOTT, Joan. G\u00eanero: uma categoria \u00fatil de an\u00e1lise hist\u00f3rica. Educa\u00e7\u00e3o e Realidade. Porto Alegre, v. 16 n.2, jul\/dez 1990<\/p>\n<p>SCOTT, Joan. Pref\u00e1cio a Gender and politics of history. Cadernos Pagu (3); Campinas, IFCH, 1994 pp.11-27<\/p>\n<p>NICHOLSON, Linda. Interpretando o g\u00eanero. Revista de Estudos feministas, Florian\u00f3polis, UFSC, volume 8, no. 2, 2000.<\/p>\n<p>M\u00d3DULO IV: RELA\u00c7\u00d5ES SOCIAIS DE SEXO<\/p>\n<p>LAGO, Mara; GROSSI, Mirian; RIAL, Carmem. Rela\u00e7\u00f5es sociais de sexo e rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero: entrevista com Mich\u00e8le Ferrand. Revista Estudos Feministas, Florian\u00f3polis, 13(3), set\/dez 2005<\/p>\n<p>HIRATA, Helena; Laborie, Fran\u00e7oise; Le Doar\u00e9, H\u00e9l\u00e8ne; Senotier, Dani\u00e8le (orgs) Dicion\u00e1rio cr\u00edtico do feminismo. S\u00e3o Paulo, Ed. UNESP, 2009. Verbete: Divis\u00e3o sexual do trabalho e rela\u00e7\u00f5es sociais de sexo.<\/p>\n<p>DEVREUX, Anne-Marie. A teoria das rela\u00e7\u00f5es sociais de sexo: um quadro de an\u00e1lise sobre a domina\u00e7\u00e3o masculina. Cadernos de Cr\u00edtica Feminista, Ano V, N. 4 \u2013dez.2011, p.06-28.<\/p>\n<p>SAFFIOTI, Heleieth I. B. Quantos sexos? Quantos g\u00eaneros? Unissexo\/Unig\u00eanero?. Cadernos de Cr\u00edtica Feminista, Ano III, N. 2 \u2013 dez 2009, p. 6-33<\/p>\n<p>M\u00d3DULO V: O SEXO \u00c9 O G\u00caNERO?<\/p>\n<p>BUTLER, J. Problemas de G\u00eanero: feminismo e subvers\u00e3o da identidade (tradu\u00e7\u00e3o Renato Aguiar). Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2003. Cap\u00edtulo 01 e conclus\u00e3o.<\/p>\n<p>BUTLER, J. Corpos que pesam: sobre os limites discursivos do sexo. In: LOURO, G. L. (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2001, p. 151-172.<\/p>\n<p>FAUSTO-STERLING, A. Dualismos em duelo. Cadernos Pagu, Campinas, n. 17\/18, pp. 09-79, 2002. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/cpa\/n17-18\/n17a02.pdf<\/p>\n<p>HARAWAY, D. G\u00eanero para um dicion\u00e1rio marxista: a pol\u00edtica sexual de uma palavra. Cadernos Pagu, Campinas, n. 22, pp. 201-246, 2004. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/cpa\/n22\/n22a09.pdf<\/p>\n<p>M\u00d3DULO VI: NOVA POL\u00cdTICA DE G\u00caNERO\/TEORIA QUEER<\/p>\n<p>MISKOLCI, Richard. A teoria queer e a sociologia: o desafio de uma anal\u00edtica da normatiza\u00e7\u00e3o. Sociologias, Porto Alegre, ano 11, n\u00ba 21, jan.\/jun. 2009, p. 150-182<\/p>\n<p>LOURO, Guacira Lopes. Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2004<\/p>\n<p>M\u00d3DULO VII: MARCADORES DA DIFEREN\u00c7A: G\u00caNERO, RA\u00c7A, CLASSE, SEXUALIDADE<\/p>\n<p>BRAH, A. Diferen\u00e7a, diversidade, diferencia\u00e7\u00e3o. Cadernos Pagu, Campinas, n. 26, pp. 329-376, 2006. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/cpa\/n26\/30396.pdf<\/p>\n<p>McCLINTOCK, A. Couro Imperial: ra\u00e7a, g\u00eanero e sexualidade no embate colonial. Campinas: Editora da Unicamp, 2010. (Introdu\u00e7\u00e3o e cap\u00edtulo 3)<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Trabalho na Sociedade Contempor\u00e2nea&#8221; tab_id=&#8221;1716914819994-f39f94e0-bb36&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nO trabalho como categoria central na forma\u00e7\u00e3o da riqueza social. A crise capitalista contempor\u00e2nea, as transforma\u00e7\u00f5es no mundo do trabalho e suas implica\u00e7\u00f5es na materialidade e subjetividade do trabalho. Os sistemas produtivos, o processo de reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva, as estrat\u00e9gias de controle, os padr\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o social e seus impactos sobre o trabalho.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho. Boitempo Ed. 1999.<\/p>\n<p>ANTUNES, R. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 2. Ed. S\u00e3o Paulo: Cortez; Campinas &amp; UNICAMP, 1995.<\/p>\n<p>BRAGA, Ruy. A restrutura\u00e7\u00e3o do capital. Ed. Xam\u00e3. S\u00e3o Paulo,1997.<\/p>\n<p>CORIAT. Benjamim. Pensar pelo avesso: o modelo japon\u00eas de trabalho e organiza\u00e7\u00e3o. RJ. REVAN\/UFRJ, 1994.<\/p>\n<p>GOUNET, Thomas. Fordismo e Toyotismo na civiliza\u00e7\u00e3o do autom\u00f3vel. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 1999<\/p>\n<p>HARVEY. David. Condi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-moderna. 4\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1994<\/p>\n<p>IANNI, Oct\u00e1vio. O mundo do trabalho. Rev. S\u00e3o Paulo em Perspectiva, V. 8, No.1, SEAD, jan.\/mar\u00e7o. 1994.<\/p>\n<p>__________. Dimens\u00f5es da crise e as metamorfoses do mundo do trabalho.Revista Servi\u00e7o Social, n. 50. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1996.<\/p>\n<p>LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no capitalismo contempor\u00e2neo. S\u00e3o Paulo, Cortez, 2007.<\/p>\n<p>MANDEL. Ernest. Crise do capital: os fatos e sua interpreta\u00e7\u00e3o marxista. Trad. Juarez Guimar\u00e3es e Jo\u00e3o Machado Borges. S\u00e3o Paulo, Ensaio. Campinas \u2013 SP, UNICAMP, 1990.<\/p>\n<p>MARX, Karl. O Capital. Livro I. Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 1980.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;. O Capital. Cap. VI (in\u00e9dito). S\u00e3o Paulo: Ci\u00eancias Humanas, 1978.<\/p>\n<p>M\u00c9SZ\u00c1ROS, Istv\u00e1n. Para Al\u00e9m do Capital. Boitempo, 2002.<\/p>\n<p>MOTA, Ana Elizabete. A cultura da produtividade e da inseguran\u00e7a no novo mundo do trabalho. Revista Inscrita \u2013 CFESS, n. III. Rio de Janeiro, nov. 1998a.<\/p>\n<p>_______. A nova f\u00e1brica de consensos: ensaios sobre a reestrutura\u00e7\u00e3o empresarial, o trabalho e as demandas ao Servi\u00e7o Social. S\u00e3o Paulo: Cortez,1998.<\/p>\n<p>NAPOLEONE, Cl\u00e1udio. Li\u00e7\u00f5es sobre o cap\u00edtulo sexto (In\u00e9dito de Marx). S\u00e3o Paulo: Hucitec, 1995.<\/p>\n<p>OLIVEIRA. Francisco. O Terci\u00e1rio e a divis\u00e3o social do trabalho. In Novos Estudos, CEBRAP, n\u00ba. 24, 1979.<br \/>\n__________, O Surgimento do antivalor. In Novos Estudos CEBRAP, n\u00ba 22, out.1988.<\/p>\n<p>PAULANI, L. O papel da for\u00e7a viva de trabalho no processo capitalista de produ\u00e7\u00e3o: uma an\u00e1lise dos dilemas contempor\u00e2neos. Revista Estudos Econ\u00f4micos. S\u00e3o Paulo, v. 31, n.4, 2001.<\/p>\n<p>RUAS, R. e ANTUNES, E. Gest\u00e3o do Trabalho, qualidade total e comprometimento no cen\u00e1rio da reestrutura\u00e7\u00e3o. In: S\u00e3o Paulo em Perspectiva. SP: Funda\u00e7\u00e0o SEADE, v.11, n\u00ba. 1, jan. a mar\u00e7o\/1997.<\/p>\n<p>TAVARES, M A. Os fios (in)vis\u00edveis da produ\u00e7\u00e3o capitalista: informalidade e precariza\u00e7\u00e3o do trabalho. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2004.<\/p>\n<p>TEIXEIRA, Francisco Jos\u00e9. Pensando com Marx.Ed. Ensaio, 1995.<\/p>\n<p>______________________ . Modernidade e Crise: reestrutura\u00e7\u00e3o ou fim do capitalismo? In Neoliberalismo e reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva. S\u00e3o Paulo:Cortez, 199[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;G\u00eanero e Trabalho&#8221; tab_id=&#8221;1716914820699-98833058-386f&#8221;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria do feminismo militante e acad\u00eamico. A constitui\u00e7\u00e3o do campo dos \u201cestudos de g\u00eanero\u201d no Brasil e o debate te\u00f3rico-conceitual das categorias anal\u00edticas de \u201drela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero\u201d e\/ou \u201crela\u00e7\u00f5es sociais de sexo\u201d. Reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva e as novas tend\u00eancias no mundo do trabalho. A divis\u00e3o sexual do trabalho e as mudan\u00e7as nas rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero no mundo do trabalho no atual contexto de transforma\u00e7\u00f5es do capitalismo e do trabalho no Brasil.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>Parte I: Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 discuss\u00e3o conceitual no campo de estudos de g\u00eanero<\/p>\n<p>Discuss\u00e3o das principais categorias anal\u00edticas (g\u00eanero, rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, rela\u00e7\u00f5es sociais de sexo), situando-as nas respectivas correntes de pensamento feminista<\/p>\n<p>PISCITELLI, Adriana. G\u00eanero: a hist\u00f3ria de um conceito. In ALMEIDA, Heloisa B. de e SZWAKO, Jos\u00e9 E. (orgs.) Diferen\u00e7as, Igualdade. S\u00e3o Paulo: Berlendis &amp; Vertecchia, 2009, p. 116-149.<\/p>\n<p>SCOTT, Joan. G\u00eanero: uma categoria \u00fatil de an\u00e1lise hist\u00f3rica. Educa\u00e7\u00e3o e Realidade. Porto Alegre, v. 16 n.2, jul\/dez 1990<\/p>\n<p>KERGOAT, Dani\u00e8le. Em defesa de uma sociologia das rela\u00e7\u00f5es sociais. Da an\u00e1lise cr\u00edtica das categorias dominantes \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o de uma nova conceitua\u00e7\u00e3o. In. KARTCHEVSKY, ANDR\u00c9E, et. al. O sexo do trabalho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.<\/p>\n<p>DEVREUX, Anne-Marie. A teoria das rela\u00e7\u00f5es sociais de sexo: um quadro de an\u00e1lise sobre a domina\u00e7\u00e3o masculina. Cadernos de Cr\u00edtica Feminista, Ano V, N. 4 \u2013dez.2011, p.06-28.<\/p>\n<p>HIRATA, Helena; Laborie, Fran\u00e7oise; Le Doar\u00e9, H\u00e9l\u00e8ne; Senotier, Dani\u00e8le (orgs) Dicion\u00e1rio cr\u00edtico do feminismo. S\u00e3o Paulo, Ed. UNESP, 2009. Verbetes: Patriarcado; Sexo e G\u00eanero.<\/p>\n<p>SAFFIOTI, Heleieth I. B. Quantos sexos? Quantos g\u00eaneros? Unissexo\/Unig\u00eanero?. Cadernos de Cr\u00edtica Feminista, Ano III, N. 2 \u2013 dez 2009, p. 6-33<\/p>\n<p>SAFFIOTI, Heleieth I. B. Rearticulando G\u00eanero e Classe Social. In COSTA, Albertina; Bruschini, Cristina (org). Uma quest\u00e3o de g\u00eanero. S\u00e3o Paulo, Ed. Rosa dos Temmpos\/FCC, 1992, p. p. 183-215.<\/p>\n<p>Parte II- Globaliza\u00e7\u00e3o, reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva e rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero<\/p>\n<p>1 &#8211; Globaliza\u00e7\u00e3o e reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva<\/p>\n<p>HARVEY, David. O enigma do capital &#8211; e as crises do capitalismo. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2011.<\/p>\n<p>HARVEY, David. A condi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-moderna, S\u00e3o Paulo, Editora Loyola, 1993, Partes II e IV<\/p>\n<p>Bruno Lautier: \u201cMondialisation, travail et genre: une dialectique qui s\u2019\u00e9pouise\u201d, Cahiers du Genre, N\u00ba 20, 2006, p 39-65.<\/p>\n<p>HIRATA, Helana \u201cGlobaliza\u00e7\u00e3o e divis\u00e3o sexual do trabalho\u201d, Cadernos Pagu (17\/18) 2001\/2002: pp. 139-156.<\/p>\n<p>A Precariza\u00e7\u00e3o e a Divis\u00e3o Internacional e Sexual do Trabalho. Sociologias, Porto Alegre, ano 11, n\u00ba 21, jan.\/jun. 2009, p. 24-41.<\/p>\n<p>MONTAGNER, Paula. A Reestrutura\u00e7\u00e3o Produtiva e o Desemprego da Mulher. In. COSTA, Ana Alice; OLIVEIRA, Eleonora Menicucci; LIMA, Maria Ednalva Bezerra; SOARES Vera. [Org.]. Reconfigura\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero no trabalho. S\u00e3o Paulo: CUT Brasil, 2004.<\/p>\n<p>2 \u2013 Novas tend\u00eancias no mundo do trabalho<\/p>\n<p>ANTUNES, R. A nova morfologia do Trabalho e suas principais tend\u00eancias. In. Antunes, R. (org.). Riqueza e Mis\u00e9ria do Trabalho no Brasil II. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013. p. 13-27.<\/p>\n<p>BEAUD, St\u00e9phane e PIALOUX, Michel. Retorno \u00e0 condi\u00e7\u00e3o oper\u00e1ria. S\u00e3o Paulo, Boitempo Editorial, 2009, Introdu\u00e7\u00e3o, Primeira Parte e Conclus\u00e3o.<\/p>\n<p>MARUANI, Margaret e HIRATA, Helena (org.). As novas fronteiras da desigualdade. Homens e mulheres no mercado de trabalho. S\u00e3o Paulo, ed. Senac, 2003. Apresenta\u00e7\u00e3o da Edi\u00e7\u00e3o Brasileira e Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>3 \u2013 Novas configura\u00e7\u00f5es do trabalho no Brasil no per\u00edodo recente<\/p>\n<p>GUIMAR\u00c3ES, Nadya. Caminhos cruzados, Estrat\u00e9gias de empresas e trajet\u00f3rias de trabalhadores. S\u00e3o Paulo, Editora 34, 2004, cap. 6, 7 e 8<\/p>\n<p>BALTAR, Paulo, KREIN, Dari, LEONE, Eug\u00eania, \u201cEconomia e mercado de trabalho no Brasil. In Marcia de Paula LEITE e \u00c2ngela Maria Carneiro ARA\u00daJO (orgs). O trabalho reconfigurado. Ensaios sobre Brasil e M\u00e9xico. S\u00e3o Paulo, Editora Annablume, 2009.<\/p>\n<p>GUIMAR\u00c3ES, Nadya A. \u201cOs Desafios da Equidade: reestrutura\u00e7\u00e3o e desigualdades de g\u00eanero e ra\u00e7a no Brasil\u201d, Cadernos Pagu (17\/18) 2001\/2002: pp. 237-266.<\/p>\n<p>DRUCK, Gra\u00e7a. A precariza\u00e7\u00e3o social do trabalho no Brasil \u2013 alguns indicadores. In. ANTUNES, Ricardo (org). Riqueza e mis\u00e9ria do trabalho no Brasil II, S\u00e3o Paulo, Boitempo, 2013. p\u00e1gs. 55-73.<\/p>\n<p>Parte III: Rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e trabalho no Brasil<\/p>\n<p>HIRATA, Helena; Laborie, Fran\u00e7oise; Le Doar\u00e9, H\u00e9l\u00e8ne; Senotier, Dani\u00e8le (orgs) Dicion\u00e1rio cr\u00edtico do feminismo. S\u00e3o Paulo, Ed. UNESP, 2009. Verbetes: Divis\u00e3o sexual do trabalho e rela\u00e7\u00f5es sociais de sexo; Domina\u00e7\u00e3o; Poder(es).<\/p>\n<p>HIRATA, Helena. Divis\u00e3o Sexual do Trabalho: o estado das artes. In HIRATA, Helena. Nova Divis\u00e3o Sexual do Trabalho? Um olhar voltado para a empresa e a sociedade.S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2002.<\/p>\n<p>HIRATA, Helena. DIVIS\u00c3O \u2014 Rela\u00e7\u00f5es sociais de sexo e do trabalho: contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 discuss\u00e3o sobre o conceito de trabalho. Em Aberto, Bras\u00edlia, ano 15, n.65, jan.\/mar. 1995.<\/p>\n<p>HIRATA, Helena; KERGOAT, Dani\u00e8le. Novas Configura\u00e7\u00f5es da Divis\u00e3o Sexual do Trabalho. Cadernos de Pesquisa, v. 37, n. 132, set.\/dez. 2007.<\/p>\n<p>BRUSCHINI, Cristina et. al. Trabalho e g\u00eanero no Brasil at\u00e9 2005: uma compara\u00e7\u00e3o regional. In. COSTA, Albertina; SORJ, Bila; BRUSCHINI, Cristina e HIRATA, Helena (orgs). Rio de Janeiro, Editora FGV, 2008.<\/p>\n<p>HIRATA, Helena. Tend\u00eancias recentes da precariza\u00e7\u00e3o social e do trabalho: Brasil, Fran\u00e7a, Jap\u00e3o. CADERNO CRH, Salvador, v. 24, n. spe 01, p. 13-20, 2011.<\/p>\n<p>ARA\u00daJO, Angela M. C \u201cInformalidade e rela\u00e7\u00f5es de G\u00eanero\u201d. In. Isabel Georges e Marcia Leite (orgs). Novas configura\u00e7\u00f5es do trabalho e economia solid\u00e1ria, S\u00e3o Paulo, Annablume, 2012.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Crise Capitalista, Neoliberalismo e Pol\u00edticas Sociais&#8221; tab_id=&#8221;1716914821378-5750c847-4837&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nA crise estrutural da acumula\u00e7\u00e3o capitalista e a ofensiva neoliberal e suas requisi\u00e7\u00f5es do papel do Estado e das pol\u00edticas sociais. Contrarreforma do Estado e desmonte da seguridade social. Propostas neoliberais para a prote\u00e7\u00e3o social brasileira: privatiza\u00e7\u00e3o, descentraliza\u00e7\u00e3o, seletividade e focaliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Bibliografia:<br \/>\nANDERSON, Pery. Balan\u00e7o do neoliberalismo. In: SADER, Emir &amp; GENTILI, Pablo (Orgs.) P\u00f3s-neoliberalismo: as pol\u00edticas sociais e o Estado democr\u00e1tico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. p. 9-23.<\/p>\n<p>BEHRING, Elaine R. Pol\u00edtica social e capitalismo contempor\u00e2neo: um balan\u00e7o cr\u00edtico-bibliogr\u00e1fico. Rio de Janeiro: UFRJ\/ESS, 1993. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado.<\/p>\n<p>______. Pol\u00edtica social no capitalismo tardio. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1998.<\/p>\n<p>______. Brasil em contra-reforma: desestrutura\u00e7\u00e3o do Estado e perda de direitos. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2003a.<\/p>\n<p>CHESNAIS, Fran\u00e7ois. A globaliza\u00e7\u00e3o e o curso do capitalismo de fim de s\u00e9culo. Economia e Sociedade. S\u00e3o Paulo:<br \/>\nCampinas, n.\u00ba 05, p. 01-30, dezembro de 1995.<\/p>\n<p>DAVI Jordeana et al. Seguridade social em tempos de crise do capital: o desmonte de seu or\u00e7amento. Revista Ser Social, vol. 12, n\u00ba 26 (2010), Bras\u00edlia-DF.<\/p>\n<p>LAUREL, A. Cristina. Avan\u00e7ando em dire\u00e7\u00e3o ao passado: a pol\u00edtica social do neoliberalismo. In: LAUREL, A. Cristina (Org.)<\/p>\n<p>Estado e pol\u00edticas sociais no neoliberalismo. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2002. p. 151-178.<\/p>\n<p>MARX, Karl. O Capital. v. 1. S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, 1983. (Os Economistas)<\/p>\n<p>MOTA, A. Elizabete. Cultura da crise e seguridade social: um estudo sobre as tend\u00eancias da previd\u00eancia e da assist\u00eancia social brasileira nos anos 80 e 90. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1995.<\/p>\n<p>SIMIONATTO, Ivete. Reforma do Estado ou moderniza\u00e7\u00e3o conservadora? O retrocesso das pol\u00edticas sociais p\u00fablicas nos pa\u00edses do mercosul. Ser Social. Bras\u00edlia: UnB, n\u00ba. 07, p. 11-42,<\/p>\n<p>SOARES, L. Tavares. Ajuste neoliberal e desajuste social na Am\u00e9rica Latina. Petr\u00f3polis; RJ: Vozes, 2001.<\/p>\n<p>______. Os custos sociais do ajuste neoliberal na Am\u00e9rica Latina. 2\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2002. (Cole\u00e7\u00e3o Quest\u00f5es da Nossa \u00c9poca; v. 78).<\/p>\n<p>TONET, Ivo. Democracia ou liberdade? Macei\u00f3: Edufal, 1999.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Sa\u00fade e Trabalho&#8221; tab_id=&#8221;1716914822262-27e5f860-7c09&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nElementos te\u00f3ricos adequados \u00e0 compreens\u00e3o das implica\u00e7\u00f5es entre as rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o, o processo e a organiza\u00e7\u00e3o do trabalho e a sa\u00fade dos trabalhadores; Conceitos ampliados de trabalho e sa\u00fade; Marcos conceituais da Medicina do Trabalho, Sa\u00fade Ocupacional e Sa\u00fade do Trabalhador; Cargas e Riscos advindos do Processo e da organiza\u00e7\u00e3o do trabalho; Processo sa\u00fade-doen\u00e7a: acidentes, doen\u00e7as e agravos<br \/>\nrelacionados ao trabalho; A pol\u00edtica de Sa\u00fade do Trabalhador no Brasil: do movimento de luta pela Sa\u00fade do Trabalhador \u00e0 Rede Nacional de<br \/>\nAten\u00e7\u00e3o Integral a Sa\u00fade do Trabalhador; Metodologias de Investiga\u00e7\u00e3o e Interven\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade do Trabalhador.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>ANTUNES, RICARDO. Os sentidos do trabalho. Ensaio sobre a afirma\u00e7\u00e3o e a nega\u00e7\u00e3o do trabalho. S\u00e3o Paulo:Biotempo Editorial, 1999.<\/p>\n<p>ANTUNES, R.; ALVES, G. As muta\u00e7\u00f5es no mundo do trabalho na era da mundializa\u00e7\u00e3o do capital. In: Educ.soc., Campinas, vol.25, n. 87, maio\/ago, 2004.<\/p>\n<p>BARRETO, M. M. S. Viol\u00eancia, sa\u00fade e trabalho: uma jornada de humilha\u00e7\u00f5es. S\u00e3o Paulo: EDUC, 2003.<\/p>\n<p>CANGUILHERM, G. Meio e normas do homem no trabalho. Pro-posi\u00e7\u00f5es, 12(2-3): 109-121, [1947], 2001.<\/p>\n<p>CAPONI, S., 1997. Georges Caguilhem y el estatuto epistemol\u00f3gico del concepto de salud. Revista Hist\u00f3ria, Ci\u00eancias, Sa\u00fade, v. 4, jul.\/out.<\/p>\n<p>CASTEL, R. A metamorfose da quest\u00e3o social: Uma cr\u00f4nica do sal\u00e1rio. Petr\u00f3polis, Editora Vozes, 2001.<\/p>\n<p>DEJOURS, C. (1986). Por um novo conceito de sa\u00fade. Revista Brasileira de Sa\u00fade Ocupacional. S\u00e3o Paulo, n\u00ba 54, vol 14, p. 7-11, abr\/mai\/jun.<\/p>\n<p>DEJOURS, C Da psicopatologia \u00e0 psicopatologia do trabalho. In: DEJOURS, C. Da Psicopatologia \u00e0 Psicodin\u00e2mica do trabalho. Tradu\u00e7\u00e3o de Franck Soudant. Paralelo 15. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2004. p. 49-51.<\/p>\n<p>DEJOURS, C. B\u00c8GUE, F. Suic\u00eddio e trabalho: o que fazer? Bras\u00edlia: Paralelo 15, 2010.<\/p>\n<p>DIAS, E. C. \u2013 A Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade dos Trabalhadores no Setor Sa\u00fade (SUS), no Brasil: Realidade, Fantasia ou Utopia? Campinas, 1994. [Tese de Doutoramento, Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas da UNICAMP]. 335 pgs.<\/p>\n<p>DIAS, Elizabeth Costa Dias; CANCIO, Jacira; RIGOTTO, Raquel Maria; AUGUSTO, Lia Giraldo da Silva; HOEFEL, Maria da Gra\u00e7a Luderitz. As Rela\u00e7\u00f5es Produ\u00e7\u00e3o\/Consumo, Sa\u00fade e Ambiente na Aten\u00e7\u00e3o Prim\u00e1ria \u00e0 Sa\u00fade do SUS. In Caderno de Texto da I Confer\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Ambiental. GT Sa\u00fade e Ambiente da ABRASCO (coordena\u00e7\u00e3o), 2009.<\/p>\n<p>HIRATA, Helena. Nova divis\u00e3o sexual do trabalho? Um olhar voltado para a empresa e a sociedade. S\u00e3o Paulo, Boitempo Editora, 2002.<\/p>\n<p>MENDES, R. &amp; DIAS, E., 1999. Sa\u00fade dos Trabalhadores. In. Epidemiologia &amp; Sa\u00fade (M. Z. Rouquayrol &amp; N. Almeida Filho, org.), pp. 431-456. Rio de Janeiro: MEDSI.<\/p>\n<p>POCHMANN, M\u00e1rcio. O trabalho sob fogo cruzado. S\u00e3o Paulo, Editora Contexto, 2000.<\/p>\n<p>Gu\u00e8rin, F. ; Laville, A. ; Daniellou, F. ; Duraffourg, J. &amp; Kerguelen, A. (2001). Compreender o trabalho para transform\u00e1-lo : a pr\u00e1tica da Ergonomia. S\u00e3o Paulo: EdUSP \/ Vanzolini \/ Edgard Bl\u00fccher.<\/p>\n<p>LACAZ, Francisco Antonio de Castro; G\u00f3mez, Carlos Minayo Texto 3.14 &#8211; Sa\u00fade do Trabalhador: novas- velhas quest\u00f5es. In 3.\u00aa Confer\u00eancia Nacional de Sa\u00fade do Trabalhador: 3.\u00aa CNST: \u201ctrabalhar, sim! adoecer, n\u00e3o!\u201d: Colet\u00e2nea de textos \/ Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia e Assist\u00eancia Social . \u2013 Bras\u00edlia : Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2005. 214 p. \u2013 (S\u00e9rie D. Reuni\u00f5es e Confer\u00eancias)<\/p>\n<p>LHUILIER, D. (2002). Trabalho. Em: Barus-Michel, J.; Enriquez, E. e L\u00e9vy, A. (coord.). (2002). Dicion\u00e1rio de Psicossociologia. Lisboa, Portugal: Climepsi editores.<\/p>\n<p>HARNECKER, Marta. Os Conceitos Elementares do Materialismo Hist\u00f3rico, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo, Global, Cole\u00e7\u00f5es Bases 36,.1983 p. 31-43<\/p>\n<p>RIGOTTO, Raquel Maria. 3.15 &#8211; Sa\u00fade dos Trabalhadores e Ambiente: por um desenvolvimento sustent\u00e1vel? Desenvolvimento sustent\u00e1vel: o que \u00e9? In 3.\u00aa Confer\u00eancia Nacional de Sa\u00fade do Trabalhador: 3.\u00aa CNST: \u201ctrabalhar, sim! adoecer, n\u00e3o!\u201d: Colet\u00e2nea de textos \/ Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia e Assist\u00eancia Social . \u2013 Bras\u00edlia : Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2005. 214 p. \u2013 (S\u00e9rie D. Reuni\u00f5es e Confer\u00eancias)<\/p>\n<p>MENDES, Rene e DIAS, Elizabeth. C.. Da Medicina do Trabalho \u00e0 Sa\u00fade do Trabalhador. In Rev. de Sa\u00fade P\u00fablica- S\u00e3o Paulo, 25 (5):341-9, 1991 ARCURI, Aline, S. A. &amp; CARDOSO, Luiza, M. M. Percep\u00e7\u00e3o de Risco In Curso de Avalia\u00e7\u00e3o Qualitativa de Riscos Devido a Agentes Qu\u00edmicos. Jo\u00e3o Pessoa- 2001 p.5e6.<\/p>\n<p>ODDONE, Ivar et al. Ambiente de trabalho: a luta dos trabalhadores pela sa\u00fade. S\u00e3o Paulo: HUCITEC, 19- 30, 1986<br \/>\nMACHADO, Jorge Mesquita Huet. Processo de vigil\u00e2ncia em sa\u00fade do trabalhador. In Cad. Sa\u00fade P\u00fabl., Rio de Janeiro, 13 (Supl. 2):33-45, 1997.<\/p>\n<p>MACHADO, Jorge Mesquita Huet. &amp; Pinheiro, Tarc\u00edsio M\u00e1rcio Magalh\u00e3es &amp; Ribeiro, F\u00e1tima Sueli Neto . Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade do Trabalhador. In Brasil. Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. 3.\u00aa Confer\u00eancia Nacional de Sa\u00fade do Trabalhador: 3.\u00aa CNST: \u201ctrabalhar, sim! adoecer, n\u00e3o!\u201d: colet\u00e2nea de textos \/ Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia e Assist\u00eancia Social \u2013 Bras\u00edlia : Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2005.<\/p>\n<p>SILVA, E. F. 1998. An\u00e1lise do processo de discuss\u00e3o\/constru\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de sa\u00fade do trabalhador na Para\u00edba. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado, Jo\u00e3o Pessoa: Mestrado em Servi\u00e7o Social, Universidade Federal da Para\u00edba.SIVIERI, L. H. Sa\u00fade no trabalho e mapeamento dos riscos. In: Sa\u00fade, meio ambiente e condi\u00e7\u00f5es de trabalho: conte\u00fados b\u00e1sicos para uma a\u00e7\u00e3o sindical. S\u00e3o Paulo: Fundacentro\/ CUT, p. 75-111, 1996.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;G\u00eanero, Corpo e Diversidade&#8221; tab_id=&#8221;1716914822982-0c08b56f-5663&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nTeorias de g\u00eanero e visibilidade da diversidade humana: hist\u00f3ria, conceitos e pr\u00e1ticas sociais. Diversidades de g\u00eanero e sexualidades plurais.<br \/>\nCorpos transgressivos e pol\u00edticas inclusivas. Teoria Queer e as (trans)forma\u00e7\u00f5es de subjetividades e corporeidades no mundo contempor\u00e2neo<\/p>\n<p>Bibliografia:<br \/>\nALBUQUERQUE JR., Durval Muniz de. Nordestino: Uma inven\u00e7\u00e3o do falo \u2013 Uma hist\u00f3ria do g\u00eanero masculino (Nordeste \u2013 1920\/1940). Macei\u00f3:Edi\u00e7\u00f5es Catavento, 2003.<\/p>\n<p>BRAND\u00c3O, Izabel (Org.). O Corpo em Revista. Macei\u00f3: EDUFAL, 2005.<\/p>\n<p>BUENO, Maria L\u00facia; CASTRO. Ana L\u00facia. (Orgs.). Corpo, territ\u00f3rio da cultura. S\u00e3o Paulo: Annablume, 2005.<\/p>\n<p>CLAYTON, Susan. O H\u00e1bito faz o marido? O exemplo de uma female husband, James Allen (1787-1829). In: SCHPUN, M\u00f4nica R. (Org.) Masculinidades. S\u00e3o Paulo: Boitempo Editorial; Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2004. p. 151-174.<\/p>\n<p>CORBIN, Alain. COURTINE, Jean Jacques. VIGARELLO, Georges. (Orgs.) Hist\u00f3ria do Corpo. Vols. I, II, III. Petr\u00f3polis, RJ:Vozes, 2008.<\/p>\n<p>FOUCAULT, Michel. \u00c9tica, Sexualidade, Pol\u00edtica. Manoel Barros da Silva (Org.). Tradu\u00e7\u00e3o In\u00eas Autran D. Barbosa. Rio de Janeiro: Forense universit\u00e1ria, 2004, v. V (Cole\u00e7\u00e3o Ditos &amp; Escritos).<\/p>\n<p>________. Os anormais: curso no Coll\u00e8ge de France (1974-1975). Tradu\u00e7\u00e3o Eduardo Brand\u00e3o. S\u00e3o Paulo:Martins Fontes, 2001. (Cole\u00e7\u00e3o t\u00f3picos).<\/p>\n<p>GOEELNER, Silvana V. A Produ\u00e7\u00e3o Cultural do Corpo. In: LOURO, Guacira L.; NECKEL, Jane Felipe; GOEELNER, Silvana Vilodre (Orgs.). Corpo, G\u00eanero e Sexualidade. Um debate contempor\u00e2neo na educa\u00e7\u00e3o. Petr\u00f3polis-RJ: Vozes, 2003.<\/p>\n<p>JAGGAR, Alison M.; BORDO, Susan R. (Orgs.). G\u00eanero, Corpo, Conhecimento. Trad. Britta Lemos de Freitas. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos, 1997.<\/p>\n<p>JACOBINA, Elo\u00e1; K\u00dcHNER, Maria Helena. Feminino\/Masculino: No imagin\u00e1rio de diferentes \u00e9pocas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.<\/p>\n<p>LAQUEUR, Thomas. Inventando o Sexo: corpo e g\u00eanero dos gregos a Freud. Tradu\u00e7\u00e3o Vera Whately. Rio de Janeiro: Relume Dumar\u00e1, 2001.<\/p>\n<p>LOURO, Guacira L. Um Corpo Estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2004.<\/p>\n<p>MARZANO-PARISOLI, Maria Michela. Pensar o Corpo. Trad. L\u00facia Orth. Petr\u00f3polis: RJ, 2004.<\/p>\n<p>MATOS, Maria Izilda S. de. Delineando Corpos: as representa\u00e7\u00f5es do feminino e do masculino no discurso m\u00e9dico (S\u00e3o Paulo 1890-1930). In: MATOS, Maria Izilda S. e SOIHET, Rachel (Org.). O Corpo Feminino em debate. S\u00e3o Paulo: Editora da Unesp, 2003.<\/p>\n<p>NEPOMUCENO, Margarete A. O Queer que \u00e9 isso? Tecnologia do corpo, g\u00eanero e sexualidade. In: SILVA, Antonio de P\u00e1dua Dias da (Org.).<\/p>\n<p>G\u00eanero em Quest\u00e3o: ensaios de literatura e outros discursos. Campina Grande: EDUEPB, 2007. p. 323-337.<\/p>\n<p>PERROT, Michelle. As Mulheres ou os sil\u00eancios da hist\u00f3ria. Bauru, SP: Edusc, 2005.<\/p>\n<p>SAMARA, Eni de Mesquita; SOHEIT, Rachel; MATOS, Maria Izilda S. G\u00eanero em Debate: trajet\u00f3ria e perspectivas na historiografia contempor\u00e2nea. S\u00e3o Paulo: Educ, 1997.<\/p>\n<p>SINGER, June. Androginia: Rumo a uma Nova Teoria da Sexualidade. Trad. Carlos Afonso Malferrari. S\u00e3o Paulo: Cultrix, 1990.<\/p>\n<p>SOARES, Carmen L\u00facia (Org.). Corpo e Hist\u00f3ria. 3\u00aa ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2006.<\/p>\n<p>SOIHET, Rachel; MATOS, Maria Izilda S. (Orgs.). O Corpo feminino em debate. S\u00e3o Paulo: Editora UNESP, 2003.<\/p>\n<p>VALE, Alexandre Fleming C.; PAIVA, Antonio Cr\u00edstian (Orgs.). Estil\u00edsticas da Sexualidade. Fortaleza: PPGS- CE; Campinas: Pontes editores, 2006.<\/p>\n<p>ZELDIN, Theodore. Uma Hist\u00f3ria \u00cdntima da Humanidade. Trad. H\u00e9lio P\u00f3lvora. Rio de Janeiro: BestBolso, 2009.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;G\u00eanero, Etnia\/Ra\u00e7a, Gera\u00e7\u00e3o e Diversidades Cultural&#8221; tab_id=&#8221;1716914823854-832c038a-65a7&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nAs rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero em articula\u00e7\u00e3o com as problem\u00e1ticas educacionais e culturais da gera\u00e7\u00e3o\/juventude. Identidade e diversidade na perspectiva etnicorracial. Estudos em torno das pr\u00e1ticas culturais e sociais envolvendo aspectos referentes aos direitos humanos e pol\u00edticas p\u00fablicas relativas aos segmentos juvenis, negros e ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>ALMEIDA, Heloisa Buarque.; SZWAKO, Jos\u00e9. Diferen\u00e7as, igualdade. S\u00e3o Paulo: Berlendis e Vertechia, 2009.<\/p>\n<p>AZEREDO, Sandra. Preconceito contra a mulher: diferen\u00e7a, poemas e corpos. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2007.<\/p>\n<p>BHABHA, H. K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010<\/p>\n<p>BONETTI, Aline.; LIMA e SOUZA, \u00c2ngela Maria Freire. G\u00eanero, mulheres e feminismo. Salvador: Edufba\/Neim, 2011.<\/p>\n<p>BAUMAN, Z. Sobre educa\u00e7\u00e3o e juventude. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.<\/p>\n<p>CANCLINI, Nestor. Consumidores e cidad\u00e3os. 5. ed. Rio de Janeiro: ED. da UFRJ,\u00a02005.<\/p>\n<p>CARVALHO, Mar\u00edlia P.; PINTO, Regina Pahim. Mulheres e desigualdades de g\u00eanero.S\u00e3o Paulo: Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas, 2008. S\u00e9rie Justi\u00e7a e desenvolvimento.<\/p>\n<p>CASTETBON, Philippe. Condenados no meu pa\u00eds, minha sexualidade \u00e9 um crime. Espa\u00e7o\u00a0Cultural dos Correios de Fortaleza: Fortaleza, 2015.<\/p>\n<p>CASTRO, Silvia Elaine Santos de. Marcadores sociais da diferen\u00e7a: sobre as especificidades da mulher negra no Brasil. Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Sociais da Universidade Estadual de Londrina.<\/p>\n<p>N\u00facleo de Estudos Afro-Asi\u00e1ticos da UEL. Dispon\u00edvel em:http:\/\/www.uel.br\/eventos\/semanacsoc\/pages\/arquivos\/GT%204\/Silvia%20Elaine%20Santos %20de%20Castro.pdf<\/p>\n<p>CASTELS, Manuel. O poder da identidade 2.ed. SP:Paz e Terra, 1999.<\/p>\n<p>CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas h\u00edbridas. SP:Paz e Terra, 1989.<\/p>\n<p>DEBERT, Grita Grin. G\u00eanero e envelhecimento. Revista de Estudos feministas n.2. v.34 1994.<\/p>\n<p>D\u2019ADESKY, Jacques. Pluralismo \u00e9tnico e multiculturalismo:racismos e anti-racismos no Brasil. 2.ed. Rio de Janeiro: 2009.<\/p>\n<p>HALL, S. A identidade cultural na p\u00f3s-modernidade.Rio de Janeiro: DP e A, 2004.<\/p>\n<p>____________. HALL, S. Da Di\u00e1spora. Identidades e Media\u00e7\u00f5es culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011.<\/p>\n<p>LOURO; Guacira L. (org). O Corpo Educado: pedagogias da sexualidade. 2 ed. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2001.<\/p>\n<p>LUCIANO, G. dos S. O \u00edndio brasileiro. Brasilia: MEC\/SECAD, 2006.<\/p>\n<p>MELLO, A.G.;NUERBERG, G\u00eanero e defici\u00eancia:intersec\u00e7\u00f5es e perspectivas.Revista Estudos Feministas, Florian\u00f3polis, 20(3): 384, setembro-dezembro\/2012.<\/p>\n<p>PR\u00c1, Jussara Reis. EPPING, L\u00e9a. Juventude, cidadania, g\u00eanero e gera\u00e7\u00f5es. Florian\u00f3polis: Fazendo g\u00eanero, 2008.<\/p>\n<p>POUTIGNAT, P.; STREIFF-FENART, J. Teorias da etnicidade. S\u00e3o Paulo: ED. UNESP, 1998.<\/p>\n<p>PEREIRA, M. E. et. al. (orgs.) *rQHURHGLYHUVLGDGHQDHVFROD: forma\u00e7\u00e3o de professores em\u00a0g\u00eanero, sexualidade, orienta\u00e7\u00e3o sexual e rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais. Bras\u00edlia, Rio de Janeiro:\u00a0SPM, 2007.<\/p>\n<p>ROSEMBERG, F\u00falvia. Desigualdades de ra\u00e7a e g\u00eanero no sistema educacional brasileiro. Trabalho apresentado no Semin\u00e1rio Internacional \u201cA\u00e7\u00f5es afirmativas nas pol\u00edticas educacionais brasileiras: o contexto p\u00f3s-Durban\u201d. Bras\u00edlia, 20 a22 setembro 2005.<\/p>\n<p>SCOTT, Joan. G\u00eanero: uma categoria \u00fatil de an\u00e1lise hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>SOUZAS, Raquel. Ra\u00e7a e g\u00eanero em jogo: a quest\u00e3o reprodutiva das mulhres negras e brancas. S\u00e3o Paulo:USP, 2004. Tese de Doutorado.<\/p>\n<p>SEGATO, Rita Laura. Os percursos do g\u00eanero na Antropologia e para al\u00e9m dela. Bras\u00edlia, Dep. de Antropologia UnB. (S\u00e9rie Antropologia N\u00ba 236). 1998.<\/p>\n<p>SILVA, Tomaz Tadeu (org). Identidade e Diferen\u00e7a: a perspectiva dos estudos culturais. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2000.<\/p>\n<p>SACCHI, \u00c2ngela; GRAMKOW, M\u00e1rcia Maria. G\u00eanero e Povos Ind\u00edgenas. Rio de Janeiro\/Bras\u00edlia: Museu do \u00cdndio\/GIZ\/Funai, 2012.<\/p>\n<p>SCAVONE, Lucilia. Estudos de g\u00eanero: uma sociologia feminista. Estudos Feministas, Florian\u00f3polis, 16(1): 288, janeiro-abril\/2008<\/p>\n<p>SANTOS, Jucelia B. Novos movimentos sociais: feminismo e a luta pela igualdade de g\u00eanero. Revista Internacional de Direito e Cidadania, n. 9, p. 81-91, fevereiro\/2011.<\/p>\n<p>STOLKE, Verena. O enigma das intersec\u00e7\u00f5es classe, ra\u00e7a, sexo, sexualidade: a forma\u00e7\u00e3o dos imp\u00e9rios transatl\u00e2nticos do s\u00e9culo XVI ao XIX. Revista Estudos Feministas. Florian\u00f3polis, 14(1), janeiro-abril\/2006.<\/p>\n<p>VIANNA, Claudia P;UNBENHAUM, S. G\u00eanero nas pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o no Brasil. esquisa, v. 34, n. 121, jan.\/abr. 2004.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Gest\u00e3o P\u00fablica Brasileira: Debate Contempor\u00e2neo&#8221; tab_id=&#8221;1716914824762-9315ab9c-6678&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nA constitui\u00e7\u00e3o de uma nova esfera p\u00fablica. Espa\u00e7os P\u00fablicos governamentais e n\u00e3o governamentais. Rela\u00e7\u00e3o do p\u00fablico e do privado. Constitui\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os h\u00edbridos e sua \u201cnovidade institucional\u201d. Conselhos Setoriais de Pol\u00edticas P\u00fablicas, Pr\u00e1ticas de Or\u00e7amento Participativo. A import\u00e2ncia dos f\u00f3runs e confer\u00eancias como espa\u00e7os democr\u00e1ticos<\/p>\n<p>Bibliografia:<br \/>\nAVRITZER, Leonardo; Navarro, Zander (org.) A Inova\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica do Brasil \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 Cortez 2002.<\/p>\n<p>BOBBIO, Norberto \u2013 O Futuro da Democracia \u2013 7\u00aa Ed. S\u00e3o Paulo \u2013 Paz e Terra \u2013 2000<\/p>\n<p>BOR\u00d3N, Atilio \u2013 Estado e Democracia na Am\u00e9rica Latina \u2013 S\u00e3o Paulo. Paz e Terra. 1994.<\/p>\n<p>BRAND\u00c2O, Assis \u2013 Sobre a Democracia Participativa: Poulantzas, Mac pherson e Carole Pateman. Servi\u00e7o Social e Sociedade. N\u00ba 54 \u2013 S\u00e3o Paulo. Editora Cortez. 1997<\/p>\n<p>COUTINHO, Carlos Nelson \u2013 A Democracia como Valor Universal. Notas sobre cidadania e modernidade. Rio de Janeiro, 1997.<\/p>\n<p>_________ Democracia e Socialismo. S\u00e3o Paulo. Ed. Cortez. 1992.<\/p>\n<p>_________ Gramsci \u2013 Fontes do Pensamento Pol\u00edtico. Porto Alegre. Ed. LPM. 1981.<\/p>\n<p>CARVALHO, Antonio Ivo \u2013 Conselhos de Sa\u00fade no Brasil. Rio de Janeiro. FASE\/IBAM \u2013 1995.<\/p>\n<p>CARNEIRO, Maria Aparecida Barbosa \u2013 O Car\u00e1ter do Poder Local no Interdiscurso dos Atores do Conselho Municipal de Sa\u00fade de Cabedelo \u2013 PB. Tese de Doutorado \u2013 Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o de Sociologia. UFPB \u2013 2005.<\/p>\n<p>DAGNINO, Eveline (Org.) Sociedade Civil e espa\u00e7os p\u00fablicos no Brasil. S\u00e3o Paulo \u2013 Paz e Terra. 2002.<\/p>\n<p>GOHN, Maria da Gl\u00f3ria. Conselhos Gestores e participa\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-pol\u00edtica. 2\u00aa Ed. S\u00e3o Paulo. Cortez, 2003.<\/p>\n<p>HABERMAS, Juergen \u2013 O Discurso Filos\u00f3fico da Modernidade. S\u00e3o Paulo. Martins Fontes \u2013 2002.<\/p>\n<p>LYRA, Rubens Pinto \u2013 As propostas \u201ccl\u00e1ssicas\u201d de Democracia Direta e o Ineditismo da Experi\u00eancia Brasileira in Pol\u00edtica e Trabalho. Revista das Ci\u00eancias Sociais, n\u00ba 15. Setembro, 1999.<\/p>\n<p>SOARES, Jos\u00e9 Arlindo \u2013 (Org.). Os desafios da gest\u00e3o democr\u00e1tica. Cortez. 1996.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;T\u00f3picos Especiais&#8221; tab_id=&#8221;1716914827067-4cecf6ff-dd59&#8243;][vc_column_text]N\u00edvel: Mestrado Acad\u00eamico<br \/>\nObrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nPropicia a discuss\u00e3o de quest\u00f5es atuais relacionadas \u00e0s linhas de pesquisa do Mestrado em Servi\u00e7o Social.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Semin\u00e1rios de Pesquisa&#8221; tab_id=&#8221;1716914827793-7ca2e42d-bfd7&#8243;][vc_column_text]N\u00edvel: Mestrado Acad\u00eamico<br \/>\nObrigat\u00f3ria: Sim<br \/>\n\u00c1rea(s) de Concentra\u00e7\u00e3o:<br \/>\nServi\u00e7o Social, Quest\u00e3o Social e Direitos Sociais<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria :60<br \/>\nCreditos: 0<\/p>\n<p>Ementa:<br \/>\nO prop\u00f3sito da disciplina \u00e9 oportunizar a discuss\u00e3o sobre a constru\u00e7\u00e3o, adequa\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o dos projetos de disserta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>BARROCO, Maria L\u00facia Silva. Reflex\u00f5es sobre \u00e9tica, pesquisa e Servi\u00e7o Social. In: Temporalis. Bras\u00edlia: ABEPSS, 2005, p. 103 \u2013 116.<\/p>\n<p>BOURGUIGNON, Jussara Ayres. A particularidade hist\u00f3rica da pesquisa no Servi\u00e7o<\/p>\n<p>Social. In: Kat\u00e1lyses. V. 10. Florian\u00f3polis: UFSC, 2007, p. 46-54.<\/p>\n<p>LIMA, Telma Cristiane Sasso de; MIOTO Regina C\u00e9lia Tamaso. Procedimentos metodol\u00f3gicos na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico: a pesquisa bibliogr\u00e1fica. In: Kat\u00e1lyses. V. 10. Florian\u00f3polis: UFSC, 2007, p. 37 &#8211; 45.<\/p>\n<p>MINAYO, M. C. S. de. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em sa\u00fade. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo \u2013 Rio de Janeiro: HUCITEC- ABRASCO, 1994.<\/p>\n<p>MORAES, Carlos Ant\u00f4nio de Souza; JUNC\u00c1, Denise Chrys\u00f3stomo de Moura; SANTOS, Katarine de S\u00e1. Para qu\u00ea, para quem, como? Alguns desafios do cotidiano da pesquisa em servi\u00e7o social. In: Servi\u00e7o Social e Sociedade, N\u00ba 103. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2010, p.433 &#8211; 452.<\/p>\n<p>RICHARDSON, R. Jarry e colaboradores. Pesquisa Social \u2013 M\u00e9todos e T\u00e9cnicas (3\u00aa ed.; rev. e ampliada). S\u00e3o Paulo: Ed. Atlas, 1999, p. 189-265 e\u00a0298-317.<\/p>\n<p>SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia Cientifica: a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento. 5\u00aa ed. Rio de janeiro: DP&amp;A Editora, 2002, p. 26 -32; 49 -79.<\/p>\n<p>SPOSATI, Alda\u00edza. Pesquisa e produ\u00e7\u00e3o de conhecimento no campo do Servi\u00e7o Social. In: Kat\u00e1lyses. V. 10. Florian\u00f3polis: UFSC, 2007, p. 15 &#8211; 25.<\/p>\n<p>TAVARES, Maria Augusta. A pesquisa no Servi\u00e7o Social: a prop\u00f3sito de m\u00e9todo. In: Temporalis. Bras\u00edlia: ABEPSS, 2000, p. 87 -96.<\/p>\n<p>TONET, Ivo. O Pluralismo Metodol\u00f3gico: um falso caminho. In: Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade, n. 48. S\u00e3o Paulo: Cortez Editora, 1995, p. 35-57.<\/p>\n<p>TRIVINOS, A. Nibaldo Silva. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Pesquisa em Ci\u00eancias Sociais: a pesquisa qualitativa em educa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Atlas, 2006.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Transversalidade de G\u00eanero e Pol\u00edticas Publ\u00edcas&#8221; tab_id=&#8221;1716915203794-2ed5996b-32d6&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<br \/>\nCarga Hor\u00e1ria: 60<br \/>\nCreditos: 4<\/p>\n<p>Ementa:<\/p>\n<p>Contextualizar a incorpora\u00e7\u00e3o do g\u00eanero como marco para as pol\u00edticas p\u00fablicas, em especial as pol\u00edticas sociais em \u00e2mbito internacional, nacional e local, bem como a incorpora\u00e7\u00e3o das interse\u00e7\u00f5es do g\u00eanero com outros marcadores sociais. Prop\u00f5e a an\u00e1lise da aplicabilidade do conceito de g\u00eanero no \u00e2mbito do Estado brasileiro, com \u00eanfase no estudo da situa\u00e7\u00e3o das mulheres e das caracter\u00edsticas das rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero estabelecidas na sociedade brasileira.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>Unidade I &#8211; : Introdu\u00e7\u00e3o aos estudos Feministas \u2013 Feminismos e Movimentos Sociais<\/p>\n<p>GOHN, Maria da Gl\u00f3ria. Mulheres \u2013 atrizes dos movimentos sociais: rela\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-culturais e debate te\u00f3rico no processo democr\u00e1tico. In: Revista Pol\u00edtica &amp; Sociedade N\u00ba 11, Florian\u00f3polis, UFSC\/CFH, outubro de 2007.<\/p>\n<p>TAVARES, Manuela, BENTO, Almerinda, MAGALH\u00c3ES, Maria Jos\u00e9. Feminismos e Movimentos Sociais em tempos de Globaliza\u00e7\u00e3o &#8211; o caso da Marcha Mundial de Mulheres, trabalho apresentado no VIII Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ci\u00eancias Sociais \u2013 A Quest\u00e3o Social no Novo Mil\u00eanio, Coimbra, 16, 17 e 18 de setembro de 2004.<\/p>\n<p>FEMEN\u00cdAS, Mar\u00eda Luisa.\u00a0Esbozo de un feminismo latinoamericano.\u00a0Revista Estudos Feministas, UFSC, Florian\u00f3polis, Abr. 2007, vol.15, no.1, p.11-25.<\/p>\n<p>Unidade II \u2013 G\u00eanero: aspectos conceituais<\/p>\n<p>PEDRO, Joana Maria. Traduzindo o debate: o uso da categoria g\u00eanero na pesquisa hist\u00f3rica. Hist\u00f3ria, 24(1). S\u00e3o Paulo, 2005, p.77-98.<\/p>\n<p>GROSSI, Miriam Pillar. Identidade de G\u00eanero e Sexualidade. In: Antropologia em Primeira M\u00e3o no 24. Florian\u00f3polis: EdUFSC, 1998.<\/p>\n<p>LISBOA, Teresa Kleba. G\u00eanero, feminismos e Servi\u00e7o Social \u2013 encontros e desencontros ao longo da hist\u00f3ria da profiss\u00e3o. In: Kat\u00e1lysis, Vol. 13, N\u00ba 01, Departamento de Servi\u00e7o Social, UFSC, Florian\u00f3polis, jan. jul. 2010.<\/p>\n<p>Unidade III \u2013 Interseccionalidade entre os marcadores sociais: g\u00eanero, classe ra\u00e7a\/etnia entre outros<\/p>\n<p>BRAH, Avtar. Diferen\u00e7a, diversidade, diferencia\u00e7\u00e3o. In: Cadernos Pagu. 2006, n.26, pp. 329-376. dispon\u00edvel em: http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/cpa\/n26\/30396.pdf<\/p>\n<p>MATTOS, Patr\u00edcia. O conceito de Interseccionalidade e suas vantagens para os estudos de g\u00eanero no Brasil. Trabalho publicado no XV Congresso Brasileiro de Sociologia, Universidade Federal de S\u00e3o Carlos, Curitiba, Paran\u00e1, 2003.<\/p>\n<p>CARNEIRO, Rosamaria Giatti. Da (in) visibilidade do caso Sirlei Dias Carvalho: um estudo interseccional da viol\u00eancia contra as mulheres. Revista Acta Sci. Human Soc. Sci., Maring\u00e1, V.30, N.02, p. 137-145, 2008.<\/p>\n<p>Unidade IV &#8211; Transversalidade de G\u00eanero nas Pol\u00edticas P\u00fablicas<\/p>\n<p>FARAH, Marta Ferreira Santos. G\u00eanero e pol\u00edticas p\u00fablicas. Estudos Feministas, Florian\u00f3polis, 12(1): 360, janeiro-abril\/2004.<\/p>\n<p>BRASIL. Fortalecimento da Secretaria Especial de Pol\u00edticas para as Mulheres. Avan\u00e7ar na transversalidade da perspectiva de G\u00eanero nas Pol\u00edticas P\u00fablicas. Bras\u00edlia: CEPAL, SPM; 2005.<\/p>\n<p>CARLOTO, C\u00e1ssia Maria; MARIANO, S.A. No meio do caminho entre o privado e o p\u00fablico: um debate sobre o papel das mulheres na pol\u00edtica de assist\u00eancia social. Estudos Feministas, Florian\u00f3polis, 18(2): 352, maio-agosto\/2010<\/p>\n<p>Unidade V &#8211; Pol\u00edticas P\u00fablicas com equidade de G\u00eanero<\/p>\n<p>LISBOA, Teresa Kleba; MANFRINI, Daniele Beatriz. Cidadania e equidade de g\u00eanero: pol\u00edticas p\u00fablicas para mulheres exclu\u00eddas dos direitos m\u00ednimos. Rev. Kat\u00e1lysis, 8(1), janeiro-junho, 2005, p. 67-77.<\/p>\n<p>LISBOA, Teresa Kleba. Viol\u00eancia de g\u00eanero, pol\u00edticas p\u00fablicas para o seu enfrentamento e o papel do Servi\u00e7o Social. In: Temporalis, Bras\u00edlia, 2014<\/p>\n<p>FREITAS, Rosana de Carvalho Martinelli. Programas de combate \u00e0 pobreza: o papel das mulheres. En Contribuciones a las Ciencias Sociales, agosto 2008, www.eumed.net\/rev\/cccss\/02\/rcmf.htm<\/p>\n<p>Bibliografia Complementar:<\/p>\n<p>LOURO, Guacira Lopes. G\u00eanero, Sexualidade e Educa\u00e7\u00e3o \u2013 uma perspectiva P\u00f3s Estuturalista. Petr\u00f3polis, Vozes, 2003. Cap\u00edtulos I e II.<\/p>\n<p>PISCITELLI, Adriana. Re-criando a categoria mulher? In: Algranti, L.M. (Org.). A pr\u00e1tica feminista e o conceito de g\u00eanero. Campinas: IFCH\/UNICAMP, 2002, v. 48, p. 7-42.<\/p>\n<p>GODINHO, Tatau. &amp; SILVEIRA, Maria Lucia da. (orgs.). Pol\u00edticas p\u00fablicas e igualdade de g\u00eanero. Caderno n. 8. S\u00e3o Paulo: Prefeitura de S\u00e3o Paulo &#8211; Coordenadoria Especial da Mulher-Friedrich Ebert Stifung, 2004.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]Total de Cr\u00e9ditos para Titula\u00e7\u00e3o: 28 Disciplinas: 5 obrigat\u00f3rias e 02 eletivas Tese\/Disserta\u00e7\u00e3o: 6 cr\u00e9ditos Vagas por Sele\u00e7\u00e3o: At\u00e9 15 alunos[\/vc_column_text][vc_tta_accordion title_tag=&#8221;h3&#8243; section_title_tag=&#8221;h2&#8243; style=&#8221;modern&#8221; c_icon=&#8221;triangle&#8221; active_section=&#8221;&#8221; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;Metodologia da Pesquisa&#8221; tab_id=&#8221;1716914691372-82c77d20-e694&#8243;][vc_column_text]Obrigat\u00f3ria: Sim Carga Hor\u00e1ria: 60 Cr\u00e9ditos: 04 Ementa: A quest\u00e3o da Teoria e do M\u00e9todo: o m\u00e9todo como elemento de constru\u00e7\u00e3o te\u00f3rica. 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